JUDAISMO HUMANISTA

O Judaismo Humanista é a pratica da liberdade e dignidade humana

Com raízes no passado

A presença judaica na América Latina vem dos séculos XVI e XVII, quando os judeus fugiram da Península Ibérica, onde a mão da Inquisição era muito pesada, começando assim a colonizar o Novo Mundo. Estes judeus começaram a praticar o judaísmo em segredo quando a Inquisição chegou à América Central e à América do Sul. Mais tarde, no princípio do século XIX, chegaram à América Latina judeus em busca de oportunidades de negócio e juntaram-se aos cripto-judeus. Entre os primeiros a chegar está Bernardo Haas, nascido na Alsácia, que chegou em 1868. Mais tarde chegaram mais imigrantes, a maior parte sefarditas do Egito, Turquia e Tunísia.

O presidente Maximiliano Hernandez Martinez era apoiante do fascismo e em 1939 fechou completamente as portas à imigração judaica. No entanto, El Salvador foi um dos primeiros países do mundo a reconhecer oficialmente o Estado de Israel em 1948. Antes da Guerra Civil de 1979, havia cerca de 300 judeus em El Salvador, a maioria na capital. A guerra durou 12 anos, até que foi assinado um acordo na cidade do México.

Hoje em dia, em toda a América Latina, em países como o Brasil, Colômbia, México, Costa rica e El Salvador, os descendentes dos Bnei Anussim (a quem os historiadores se referem com o termo pejorativo Marranos, que quer dizer “porcos”) estão a regressar às suas origens judaicas.

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