JUDAISMO HUMANISTA

O Judaismo Humanista é a pratica da liberdade e dignidade humana

Em que acreditam os judeus “seculares” ? - Professor Yaakov Malkin - Tradução Ronen Perlin

Em que acreditam os judeus “seculares” ?
texto do professor Yaakov Malkin
Tradução Ronen Perlin

Por que é tão difícil colocar claramente em palavras, aquilo no que acreditamos? Por que este título teve de ser reescrito por 6 vezes, antes de atingir a forma de apresentação finalmente publicada? (o que se deu em fevereiro de 2000)? Afinal, como neto e filho de ateus confirmados, eu vivi e aprendi neste credo por toda a minha existência.

Talvez seja porque o Judaísmo -a civilização e cultura datada de 3000 anos do povo Judeu- não tenham transformado em habito, fazer propagar sua fé (como o Catolicismo fez, por exemplo). Judeus e suas crenças - religiosas e seculares,- tendem a se manifestar através de ações, estilo de vida, em relação aos mandamentos entre a Halacha e os das civilizações não judias, e em nome da ética e das normas das leis é que procuramos seguir.

Judeus seculares, isto é, judeus que se liberaram da obrigatoriedade da observância de práticas tradicionalistas, são judeus fiéis, tão quanto qualquer outro judeu, demonstrando sua crença pelo seu modo de viver através da educação que oferecem aos filhos, na medida em que celebram as datas nacionais e festivais próprios, na sua percepção de judaísmo enquanto manifestação cultural e não manifesto religioso.

Judeus seculares acreditam em humanidade, que homens e mulheres construíram nossos valores morais, que criaram D’s (ele próprio) com todas as leis e mandamentos que os religiosos se lhe delegam (à D’s).

Judeus seculares acreditam que a sua liberdade demanda lealdade aos valores do humanismo e que é segundo esses valores que cada ato, lei ou mandamento deva ser julgado e avaliado. Hilel, Elder e Kant encapsularam o conceito em máximas famosas: Não proferir ao próximo aquilo que não te desejas a ti mesmo. Nenhum homem deve se reportar a outrem como um meio, senão como à um fim em si mesmo. Um princípio ético ou terá aplicação universal ou será considerado antiético. Todos os valores morais deverão concordar ou serem derivativos destas três asserções formuladas. Mandamentos e leis religiosas não são valores senão regras que deverão ser avaliadas – e então aceitas ou rejeitadas – conforme se sustentem ou fracassem ao teste dos valores humanistas. Foi nesta escala de prioridades que os Profetas Hebreus classificaram justiça social sobrepujando a impecabilidade de rituais de sorte que Hilel poderia condensar “todo o conteúdo da Torah” nesta única percepção transcendente.

Judeus seculares humanistas, como todo ser humanista, acreditam que homens e mulheres não nasceram como tendo características humanas mas que, diferentemente, desenvolvem suas características de humanidade ao que estudam e absorvem esses valores humanistas que separam bondade de malevolência. (O D’s do Gênesis, conta-se, estava decidido que aos homens não competeria tal conhecimento. Somente graças à bem sucedida rebelião de Eva – ela comeu o fruto da Arvore do Conhecimento do Bem e do Mal – foi que a humanidade adquiriu a noção humanitária dependente de moralidade, a semente da qual toda a cultura e civilização humana derivaram).

Este processo, em que homens e mulheres crescem em suas humanidades, invariavelmente acomete dentro de um contexto nacional do meio cultural em que vivem. De fato este é o único contexto possível dentre todas as outras culturas do mundo – a nacional. (Humanidade no entanto será o resultado final do processo tão somente se criarmos e educarmos as crianças contra o nacionalismo e o racismo). Crianças não podem se criar fora de uma cultura nacional, mas no entanto nada as impedem de conhecer e absorver mais de uma. Isto é o que distingue judeus israelenses dos judeus da diáspora. Judeus da diáspora são geralmente educados na linguagem e cultura do país hospedeiro, assim o que assimilam do seu contexto judaico comunitário – se absorvem de fato - é um adjunto ou complemento. Judeus israelenses, em contraste, crescem com uma única cultura judaico-isareli e o idioma nacional judaico torna-se vernáculo para todas as atividades, sejam as cotidianas até as ciências e as artes. (A cultura israeli- árabe/palestina e a israeli-druza constituem culturas nacionais separadas, quando senão parcialmente coincidentes).

Judaísmo é cultura pluralista e civilisatória de toda a Judeicidade, secular ou religiosa. Decorridos os 3 milênios de sua existência ela repetiu e se renovou, absorvendo empréstimos dos tantos outros vizinhos, conquistadores e anfitriões, de Sumérios, Canaanitas, Egípcios, Gregos, Árabes, Europeus, Americanos e outros. Em torno do 1º milênio da Era Comum, as influencias começaram a migrar no sentido oposto e a influencia do judaísmo – mediada pelo Islamismo e o Cristianismo – hoje se manifestam em todos os povos ocidentais. Nos últimos 1000 anos os préstimos e influencias entre as civilizações judaicas e não judaicas tem sido complexas e multi direcionais.

Por esta razão, Judeus seculares estão convencidos de que a educação em judaísmo deve abraçar um relacionamento com as outras civilizações e conformar a educação expandida para a cultura mundial das nações. Somente então os judeus atingirão os seus completo potencial de humanidade e de universalidade.

Nenhum dos objetivos do Judaísmo secular serão percebidos se seus membros não atuarem em “comunidades de cultura”, e de fato tais comunidades impulsionaram-se – em círculos judaicos germânicos na Europa ocidental, em centros Yidish na Europa oriental e na América, nos kibutzim e centros comunitários em Israel, e mais recentemente desde 1960 em chavurot (grupos de encontros regulares para atividades sócio-culturais) e em comunidades seculares humanistas e em sinagogas na Europa ocidental e América do norte

Uma atividade sócio-cultural deste tipo enriquece as mentes de pessoas em todas as idades. Experiências de primeira mão com literatura e arte judaicas, com festivais nacionais e suas celebrações de transição de ciclos de vida, acrescentam dimensões renovadas – a espiritualidade e a sensação de estar conexo com uma tradição nacional inter gerações, de legitimidade, assim para os grupos judeus dispersos em torno de qualquer lugar do mundo.

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Respostas a este tópico

"círculos judaicos germânicos na Europa ocidental, em centros Yidish na Europa oriental e na América, nos kibutzim e centros comunitários em Israel, e mais recentemente desde 1960 em chavurot (grupos de encontros regulares para atividades sócio-culturais) e em comunidades seculares humanistas e em sinagogas na Europa ocidental e América do norte". Como Sefaradita senti falta de pelo menos um centro Ladino citado, embora ache que o hebraico nos une como judeus independentemente de sermos religiosos, seculares, sefaraditas, ashkenazitas ou qualquer outra denominação que ás vezes por deslises pessoais nos dá a sensação de que fazemos pate de algum grupo especial.
Caro Cleudo, concordo com sua reflexao! O Professor Malkin,apesar de nascido em Israel, esta fortemente influenciado pela cultura Esquenazi.
Sem duvida seria muito fazer essas referencias , eu pessoalmente estou super influenciado pelo mestre dos mestes o Bachuch Spinosa, de origem Sefaradi (portuguesa) , onde seus pensamentos revolucionou uma nova visao filosofico sobre Deus , e esta tendo ainda hoje um grande influencia no desenvolvimento do pensamento do judaismo secular humanista.
Abraco

Jayme

cleudo alves freire disse:
"círculos judaicos germânicos na Europa ocidental, em centros Yidish na Europa oriental e na América, nos kibutzim e centros comunitários em Israel, e mais recentemente desde 1960 em chavurot (grupos de encontros regulares para atividades sócio-culturais) e em comunidades seculares humanistas e em sinagogas na Europa ocidental e América do norte". Como Sefaradita senti falta de pelo menos um centro Ladino citado, embora ache que o hebraico nos une como judeus independentemente de sermos religiosos, seculares, sefaraditas, ashkenazitas ou qualquer outra denominação que ás vezes por deslises pessoais nos dá a sensação de que fazemos pate de algum grupo especial.
O texto diz claramente o que é ser um judeu secular. Mas, ao lê-lo, lembrei-me do que está escrito na página principal deste blog (texto formulado pelo Jayme): "O Judaismo Humanista acredita que o Judaismo é uma civilização onde estado de Israel é o centro da Civilização judaica." A partir daí, pergunto: o que diferencia o judeu secular de outros cidadãos israelenses (sejam eles árabes, judeus religiosos ou de outra etnia)? Um não-judeu humanista compartilha de grande parte da visão de mundo de um judeu secular humanista, a princípio. Com base nisso, onde se encaixa a necessidade de um "estado de Israel", para um judeu secular, ou mesmo um judeu ateu? Seria um resgate do sionismo político das primeiras aliot?
Espero ter sido claro. Talvez a resposta leve a questões muito abrangentes como "o que é ser judeu", mas qualquer resposta será bem-vinda. Obrigado,
Leo.
Caro Leo, excelente suas reflexões, não sei se minhas respostas poderá te ajudar esclarecerem algo, pelo menos vou tentar entrar na discussão que vc propõem que ela eh muito bem vinda!
Vou tentar participar dessa discussão em parte, sobre seus sábios questionamentos.
Primeira Parte sobre o Conceito "Emuna "(crenças )
Acredito que o Judaismo Humanista eh um judaismo sem dogmas,por ser sem dogmas devera ser coerente no que diz respeito em aceitar as diversas .interpretações sobre esse magnifico tema "Judeus e Judaismo".
O que une a maioria dos judeus humanista eh o conceito da "emuna" no ser humano como o centro de suas atenções, independente da emuna particular de cada um na existência ou não de um Deus e como cada um entende esse Deus.
"Emuna" Credos, crenças, espiritualidade, devoção, culto, fé etc.. eh super legitimo e devera ser sempre respeitado, porem devera existir uma regra de sempre respeitar o direito do "outro" a liberdade e a dignidade humana do "outro". E que as "emunot," Credos, crenças, espiritualidade, devoção, cultos etc não se torne nunca uma arma de opressão e exclusão do direito do "outro", do diferente, e das minorias.
Eu pessoalmente acredito num "Único" transcendental, que com certeza ele não tem nada haver com os problemas da humanidade e do planeta terra . Deus não eh responsavel pela fome , misérias e a violência degenerada no mundo, nem mesmo pela destruição ecológica do planeta , nos seres humanos somos responsaveis por humanizar nossas vidas e saber valorizar a vida e fazer a vida o "Kodesh Hakodashim" ( sagrado do Sagrado) , Tudo isso esta nas mãos de nos seres humanos e não de Deus.
acredito que os conceitos dogmáticos das instituições religiosas existente no judaismo, cristianismo e Islamismo, e muitas vezes a transformação dessas instituições em poder de estados , vem levando a humanidade ao caos e a nossa desumanização e ao ódio generalizado, onde "Deus" se torna para esses grupos radicais fundamentalistas algo egoista e demente e selvagem Deus do Ódio Deus sangrento onde se da legitimidade ao ato de matar e destruir a Vida do "outro" em nome de Adonai, Cristo ou Ala .
Na Minha opinião existe tambem uma outro tipo de emuna que eh a emuna não em Deus e sim a emuna a um líder Único, forte e poderoso com um poder centralizado que sabe e define para cada um de nos o que eh o bem e o mal , " O Grande Irmão" Big Brother " me refiro a estados laicos totalitários como foi o comunismo da Russia,e Nazismo fascismo de Hitler e Mussolini, e os ditadores nas ditaduras militares no Brasil e na america latina e na atualidade Cuba, China, Venezuela e outros paises da Africa e Asia .
Esses tipos de emunot que não aceita outras emunot , ideias, e formas de pensamento infelizmente sempre esteve muito presente na vida das civilizações humana e o hoje o grande perigo vem sendo essa simbiose do fundamentalismo religioso com nacionalismo, um coquetel excelente para a ampliação da violência e do odio em todo o mundo.

Existe uma passagem biblica super interessante para mim , onde Moshe entra num dialogo com Deus e acontece algo super interessante .

" Então disse Moisés a Deus: Eis que quando eu for aos filhos de Israel, e lhes disser: O Deus de vossos pais me enviou a vós; e eles me perguntarem: Qual é o seu nome? Que lhes direi? Respondeu Deus a Moisés: SEREI O QUE SEREI. Disse mais: Assim dirás aos olhos de Israel: EU SEREI me enviou a vós.

Esse nome"Ye ma she Ye" SEREI O QUE SEREI jamais decifrado nos faz pensar e ter variadas de interpretações diferente sobre a resposta do "SEREI O QUE SEREI"( Deus) O que significa esse nome? o que Deus realmente quis transmitir através de Moshe?, Como seres humanos livres em nossos pensamentos acredito na interpretação que O SEREI O QUE SEREI esta vinculado através dos nossos atos humanos com outros humanos " SEREI O QUE SEREI " como reflexo do estado de vida que teremos um com o outro.
"SEREI O QUE SEREI" que dizer "SOMOS O QUE SOMOS neste mundo em função do que EU SEREI com os outros seres humanos" .
De Certa forma esse complexo Conceito faz "Deus" SEREI O QUE SEREI " Estar dentro de cada um de nos e em tudo que esteja vivo e tudo que seja vida neste planeta e universo.
Esse Deus " O SEREI O QUE SEREI" nos deu a sabedoria, o livre arbítrio, a liberdade de ser livre.
Somos seres livres , porem sempre sob condição "Herut Al tinai" (Liberdade condicionada) de saber que essa liberdade humana somente existe se entender que "SOMOS O QUE SOMOS" e a nossa responsabilidade com o "outro"
Essa linda passagem bíblica vai nos alertar que Deus da o seu própio nome ( SEREI O QUE SEREI) a responsabilidade de que devemos ser e fazer como seres humanos .

Na segunda parte nao hoje te envio o que penso sobre esse conceito judaismo e civilizacao!

Brachot ! Um Forte Abraco

Jayme


Leo Agapejev de Andrade disse:
O texto diz claramente o que é ser um judeu secular. Mas, ao lê-lo, lembrei-me do que está escrito na página principal deste blog (texto formulado pelo Jayme): "O Judaismo Humanista acredita que o Judaismo é uma civilização onde estado de Israel é o centro da Civilização judaica." A partir daí, pergunto: o que diferencia o judeu secular de outros cidadãos israelenses (sejam eles árabes, judeus religiosos ou de outra etnia)? Um não-judeu humanista compartilha de grande parte da visão de mundo de um judeu secular humanista, a princípio. Com base nisso, onde se encaixa a necessidade de um "estado de Israel", para um judeu secular, ou mesmo um judeu ateu? Seria um resgate do sionismo político das primeiras aliot?
Espero ter sido claro. Talvez a resposta leve a questões muito abrangentes como "o que é ser judeu", mas qualquer resposta será bem-vinda. Obrigado,
Leo.
Obrigado, Jayme, por seus comentários sobre a ética judaica. Espero ansiosamente por seus próximos comentários. Aliás, poderia incluir algo sobre o papel dos kibutzim (já que vc conhece essa realidade de perto, pelo seu perfil aqui no blog) em Israel hoje, já que, imagino, esta é uma questão ligada ao judaísmo secular e, num sentido mais amplo, à história de Israel.
Abraço,
Leo.

Jayme Fucs Bar disse:
Caro Leo, excelente suas reflexões, não sei se minhas respostas poderá te ajudar esclarecerem algo, pelo menos vou tentar entrar na discussão que vc propõem que ela eh muito bem vinda!
Vou tentar participar dessa discussão em parte, sobre seus sábios questionamentos.
Primeira Parte sobre o Conceito "Emuna "(crenças )
Acredito que o Judaismo Humanista eh um judaismo sem dogmas,por ser sem dogmas devera ser coerente no que diz respeito em aceitar as diversas .interpretações sobre esse magnifico tema "Judeus e Judaismo".
O que une a maioria dos judeus humanista eh o conceito da "emuna" no ser humano como o centro de suas atenções, independente da emuna particular de cada um na existência ou não de um Deus e como cada um entende esse Deus.
"Emuna" Credos, crenças, espiritualidade, devoção, culto, fé etc.. eh super legitimo e devera ser sempre respeitado, porem devera existir uma regra de sempre respeitar o direito do "outro" a liberdade e a dignidade humana do "outro". E que as "emunot," Credos, crenças, espiritualidade, devoção, cultos etc não se torne nunca uma arma de opressão e exclusão do direito do "outro", do diferente, e das minorias.
Eu pessoalmente acredito num "Único" transcendental, que com certeza ele não tem nada haver com os problemas da humanidade e do planeta terra . Deus não eh responsavel pela fome , misérias e a violência degenerada no mundo, nem mesmo pela destruição ecológica do planeta , nos seres humanos somos responsaveis por humanizar nossas vidas e saber valorizar a vida e fazer a vida o "Kodesh Hakodashim" ( sagrado do Sagrado) , Tudo isso esta nas mãos de nos seres humanos e não de Deus.
acredito que os conceitos dogmáticos das instituições religiosas existente no judaismo, cristianismo e Islamismo, e muitas vezes a transformação dessas instituições em poder de estados , vem levando a humanidade ao caos e a nossa desumanização e ao ódio generalizado, onde "Deus" se torna para esses grupos radicais fundamentalistas algo egoista e demente e selvagem Deus do Ódio Deus sangrento onde se da legitimidade ao ato de matar e destruir a Vida do "outro" em nome de Adonai, Cristo ou Ala .
Na Minha opinião existe tambem uma outro tipo de emuna que eh a emuna não em Deus e sim a emuna a um líder Único, forte e poderoso com um poder centralizado que sabe e define para cada um de nos o que eh o bem e o mal , " O Grande Irmão" Big Brother " me refiro a estados laicos totalitários como foi o comunismo da Russia,e Nazismo fascismo de Hitler e Mussolini, e os ditadores nas ditaduras militares no Brasil e na america latina e na atualidade Cuba, China, Venezuela e outros paises da Africa e Asia .
Esses tipos de emunot que não aceita outras emunot , ideias, e formas de pensamento infelizmente sempre esteve muito presente na vida das civilizações humana e o hoje o grande perigo vem sendo essa simbiose do fundamentalismo religioso com nacionalismo, um coquetel excelente para a ampliação da violência e do odio em todo o mundo.

Existe uma passagem biblica super interessante para mim , onde Moshe entra num dialogo com Deus e acontece algo super interessante .

" Então disse Moisés a Deus: Eis que quando eu for aos filhos de Israel, e lhes disser: O Deus de vossos pais me enviou a vós; e eles me perguntarem: Qual é o seu nome? Que lhes direi? Respondeu Deus a Moisés: SEREI O QUE SEREI. Disse mais: Assim dirás aos olhos de Israel: EU SEREI me enviou a vós.

Esse nome"Ye ma she Ye" SEREI O QUE SEREI jamais decifrado nos faz pensar e ter variadas de interpretações diferente sobre a resposta do "SEREI O QUE SEREI"( Deus) O que significa esse nome? o que Deus realmente quis transmitir através de Moshe?, Como seres humanos livres em nossos pensamentos acredito na interpretação que O SEREI O QUE SEREI esta vinculado através dos nossos atos humanos com outros humanos " SEREI O QUE SEREI " como reflexo do estado de vida que teremos um com o outro.
"SEREI O QUE SEREI" que dizer "SOMOS O QUE SOMOS neste mundo em função do que EU SEREI com os outros seres humanos" .
De Certa forma esse complexo Conceito faz "Deus" SEREI O QUE SEREI " Estar dentro de cada um de nos e em tudo que esteja vivo e tudo que seja vida neste planeta e universo.
Esse Deus " O SEREI O QUE SEREI" nos deu a sabedoria, o livre arbítrio, a liberdade de ser livre.
Somos seres livres , porem sempre sob condição "Herut Al tinai" (Liberdade condicionada) de saber que essa liberdade humana somente existe se entender que "SOMOS O QUE SOMOS" e a nossa responsabilidade com o "outro"
Essa linda passagem bíblica vai nos alertar que Deus da o seu própio nome ( SEREI O QUE SEREI) a responsabilidade de que devemos ser e fazer como seres humanos .

Na segunda parte nao hoje te envio o que penso sobre esse conceito judaismo e civilizacao!

Brachot ! Um Forte Abraco

Jayme


Leo Agapejev de Andrade disse:
O texto diz claramente o que é ser um judeu secular. Mas, ao lê-lo, lembrei-me do que está escrito na página principal deste blog (texto formulado pelo Jayme): "O Judaismo Humanista acredita que o Judaismo é uma civilização onde estado de Israel é o centro da Civilização judaica." A partir daí, pergunto: o que diferencia o judeu secular de outros cidadãos israelenses (sejam eles árabes, judeus religiosos ou de outra etnia)? Um não-judeu humanista compartilha de grande parte da visão de mundo de um judeu secular humanista, a princípio. Com base nisso, onde se encaixa a necessidade de um "estado de Israel", para um judeu secular, ou mesmo um judeu ateu? Seria um resgate do sionismo político das primeiras aliot?
Espero ter sido claro. Talvez a resposta leve a questões muito abrangentes como "o que é ser judeu", mas qualquer resposta será bem-vinda. Obrigado,
Leo.
Caro Leo Te Envio um Texto que escrevi em 2008, acredito que esse texto nao traz nenhuma resposta ,para os seus questionamentos mais com certeza ajuda a fazer novas perguntas que gostaria de compartilhar com vc!

O Judaismo e Globalização e suas novas Tendências

Jayme Fucs-Bar - Jerusalem 7 de Fevereiro 2008


"Não só somos povo, terra , Diáspora, religião, cultura ou filosofia, somos um pouco de tudo ,pois somos uma Civilização". Acho essa visão do Modechay Kaplan brilhante e atual nesse novo momento, onde o judaísmo está sendo absorvido por uma nova revolução de valores que é a globalização, exatamente como fomos absorvido pela revolução francesa , o iluminismo e a revolução bolchevista nos últimos 200 anos.
No Conceito clássico do judaísmo Moderno das “Eras das Revoluções” tínhamos definições ideológicas ,"claras" como ser sionista, ou anti sionistas ,bundistas, Troskistas,liberais ,direita ou esquerda.

Com a Globalização o judaísmo pós moderno nos deu a possibilidade de ser um pouco de tudo,somos um judaísmo individualizado,onde se legitima ser sionista na diaspora e de ser comunidade em Israel,de freqüentar o Beit Lubavith no shabat, fazer o barmitzva com o rabino conservador ,converter a esposa ou o marido na sinagoga reformista, incentivar os filhos a participar de um movimento juvenil de esquerda,apoiando ardente a politica dos partidos de direita em Israel .
Isso tudo se torna uma grande coerência neste judaísmo individualizado. Pertencer a tudo ao mesmo tempo não ter compromisso com nada.

O judaísmo virou um grande Shopping Center neste novo século , onde o "cliente" ( o Judeu), escolhe o judaísmo como se fosse um produto de mercado.
Ser judeu no mundo global é algo pessoal , individual não mais te exige a pertencer a um “clube ideológico” ou vestir uma só camisa ou ter uma só bandeira, O judeu no mundo global é um Judeu "camaleão" , sendo legitimo ter varias identidades judaica conforme o momento , a situação e o gosto pessoal..

Esse Espaço Aberto sem fronteiras criado pela globalização levará a transformação do mundo judaico e do estado de Israel. Ele abrirá novos caminhos , permitirá criar novos marcos de Judaísmo, novas correntes, novas sinagogas ,novos modelos de vida comunitária e sobretudo criará uma nova visão de relações entre comunidade e o estado de israel.
Esse judaísmo pós Moderno já é parte de uma rede planetária , onde cada um pode manter uma relação virtual imediata com o mundo judaico , criando inclusive sua própia comunidade judaica virtual, que produz para si cultura, valores e conhecimento.



A revolução Global levará ao mundo judaico à procurar uma nova redefinição de suas identidades, será um novo reinventar do judaísmo, uma nova relação com Israel, já sentido fortemente nas novas manifestações , e nas tendência de comportamento das comunidades.

Uma dessas tendências está na revisão da centralidade de israel, que para muitos desses judeus o Movimento sionista cumpriu o seu papel na história, e Israel se tornando mais um importante centro judaico no mundo e não mais o único.

Para a esquerda judaica, Israel foi uma necessidade histórica do passado ,que não conseguiu cumprir o seu papel moral e ético com a questão palestina, deixando à desejar de ser para o mundo um “ Or la Goim” A Luz a humanidade .

Para a direita fundamentalista e ultra nacionalista, o judaísmo e Israel são fruto de uma visão messiânica, são contrario a qualquer tendência de mudança que possa ameaçar sua visão messiânica, onde acreditam que para alcançar seus objetivos deverão usar todos os seus recursos, e essa postura já teve sua pratica no assassinato de Yzzak Rabin, e as ameaças que sofreu o ex. primeiro ministro Ariel Sharon.


Para os grupos Ortodoxo não sionista , o estado judeu foi um desastre da sua experiência laica, esses grupos usam o termo “Israel é o Lugar de Goim que falam Hebraico” essa mesma tendência nega Israel como um “Centro judaico Moderno” , Israel é para esses grupos um Centro Espiritual Bíblico.

E finalmente a postura mais popular nos dias de hoje entre os grupos dos judeus das comunidades , é de um lado um forte apoio a existência do estado judeu “como um refugio pessoal para a sua existência em caso de momentos difíceis” e do outro lado se relacionam com Israel como uma antítese de sua própia missão criadora de “ garantir a existência e a segurança física para os judeus”, considerando Israel o lugar mais inseguro no mundo para se viver como judeu, porem “um bunquer necessário”.

A Globalização criou e continuará criando novas perspectivas e avanços para o mundo e a vida judaica ,porém estará criando profundos abismos e paradoxos para a humanidade, sua tecnologia e economia global estará promovendo novos ricos, mas estará deixando um grande rastro de nova pobreza , marcado principalmente na classe media judaica, cada vez mais empobrecida, e em conseqüência ocorre o surgimento de um novo êxodo judaico, não mas para Israel e sim para novos centros judaicos como Alemanha,Espanha,Panama e Canada .

Nesta revolução Global o Judaismo,estará tomando um novo rumo, terá uma nova cara e criará novas tendências e manifestações .
Sem sentir, estamos vivendo um ato da história da humanidade ,estamos no meio das barricas da Revolução global, onde os sons dos canhões e dos fuzis são diferente do se escutou nas revoluções anteriores .
Nas ruas,nas escolas,nas casas e em toda sociedade se soa um Grito um único grito regido por 3 mandamentos básicos “ Individualismo, competição e o consumismo”,sendo à sua bandeira não mais o estado nacional e sim todo o planeta terra.

Estamos neste momento vivendo em plena revolução global, já sentida suas transformações econômicas e sociais em todo o planeta.
Como Judeus neste planeta ainda desgovernado , não temos que temer à procura de novas respostas ,devemos fazer novas perguntas , devemos procurando novas soluções criativas, exatamente como fizemos no passado de nossa história.

Qual será essas novas tendências desse novo judaísmo?
Como essa nova Revolução irá influenciar no Perfil do Estado de Israel?
Como estará organizada as comunidades judaica num judaísmo sem fronteiras? Como manter a solidariedade judaica e o voluntarismo e a vida comunitaria,num mundo onde o seu significado não deixa de ser uma grande conquista individual?
Como organizar e proteger essa civilização judaica num mundo que caminha para um grande conflito entre civilizações?

A Globalização nos levará a um novo conceito o da Civilização mundial.
Nós judeus temos que saber como enfrentar esses grandes obstáculos neste próximo século, entre tantos e outros que já enfrentamentos, estará a necessidade de uma definição de um novo conceito o da “ Civilização judaica”. Neste processo o filosofo e sociólogo judeu Edgar Morin nos da uma pequena dica, numa definição brilhante de como chegar a essa civilização .



“ Para chegarmos à civilização mundial, seria preciso que fossem conquistados grandes progressos do espírito humano, não tanto de suas capacidades técnicas e matemáticas, não apenas no conhecimento das complexidades, mas em sua interioridade psíquica” .

Jayme Fucs – Bar


Leo Agapejev de Andrade disse:
Obrigado, Jayme, por seus comentários sobre a ética judaica. Espero ansiosamente por seus próximos comentários. Aliás, poderia incluir algo sobre o papel dos kibutzim (já que vc conhece essa realidade de perto, pelo seu perfil aqui no blog) em Israel hoje, já que, imagino, esta é uma questão ligada ao judaísmo secular e, num sentido mais amplo, à história de Israel.
Abraço,
Leo.

Jayme Fucs Bar disse:
Caro Leo, excelente suas reflexões, não sei se minhas respostas poderá te ajudar esclarecerem algo, pelo menos vou tentar entrar na discussão que vc propõem que ela eh muito bem vinda!
Vou tentar participar dessa discussão em parte, sobre seus sábios questionamentos.
Primeira Parte sobre o Conceito "Emuna "(crenças )
Acredito que o Judaismo Humanista eh um judaismo sem dogmas,por ser sem dogmas devera ser coerente no que diz respeito em aceitar as diversas .interpretações sobre esse magnifico tema "Judeus e Judaismo".
O que une a maioria dos judeus humanista eh o conceito da "emuna" no ser humano como o centro de suas atenções, independente da emuna particular de cada um na existência ou não de um Deus e como cada um entende esse Deus.
"Emuna" Credos, crenças, espiritualidade, devoção, culto, fé etc.. eh super legitimo e devera ser sempre respeitado, porem devera existir uma regra de sempre respeitar o direito do "outro" a liberdade e a dignidade humana do "outro". E que as "emunot," Credos, crenças, espiritualidade, devoção, cultos etc não se torne nunca uma arma de opressão e exclusão do direito do "outro", do diferente, e das minorias.
Eu pessoalmente acredito num "Único" transcendental, que com certeza ele não tem nada haver com os problemas da humanidade e do planeta terra . Deus não eh responsavel pela fome , misérias e a violência degenerada no mundo, nem mesmo pela destruição ecológica do planeta , nos seres humanos somos responsaveis por humanizar nossas vidas e saber valorizar a vida e fazer a vida o "Kodesh Hakodashim" ( sagrado do Sagrado) , Tudo isso esta nas mãos de nos seres humanos e não de Deus.
acredito que os conceitos dogmáticos das instituições religiosas existente no judaismo, cristianismo e Islamismo, e muitas vezes a transformação dessas instituições em poder de estados , vem levando a humanidade ao caos e a nossa desumanização e ao ódio generalizado, onde "Deus" se torna para esses grupos radicais fundamentalistas algo egoista e demente e selvagem Deus do Ódio Deus sangrento onde se da legitimidade ao ato de matar e destruir a Vida do "outro" em nome de Adonai, Cristo ou Ala .
Na Minha opinião existe tambem uma outro tipo de emuna que eh a emuna não em Deus e sim a emuna a um líder Único, forte e poderoso com um poder centralizado que sabe e define para cada um de nos o que eh o bem e o mal , " O Grande Irmão" Big Brother " me refiro a estados laicos totalitários como foi o comunismo da Russia,e Nazismo fascismo de Hitler e Mussolini, e os ditadores nas ditaduras militares no Brasil e na america latina e na atualidade Cuba, China, Venezuela e outros paises da Africa e Asia .
Esses tipos de emunot que não aceita outras emunot , ideias, e formas de pensamento infelizmente sempre esteve muito presente na vida das civilizações humana e o hoje o grande perigo vem sendo essa simbiose do fundamentalismo religioso com nacionalismo, um coquetel excelente para a ampliação da violência e do odio em todo o mundo.

Existe uma passagem biblica super interessante para mim , onde Moshe entra num dialogo com Deus e acontece algo super interessante .

" Então disse Moisés a Deus: Eis que quando eu for aos filhos de Israel, e lhes disser: O Deus de vossos pais me enviou a vós; e eles me perguntarem: Qual é o seu nome? Que lhes direi? Respondeu Deus a Moisés: SEREI O QUE SEREI. Disse mais: Assim dirás aos olhos de Israel: EU SEREI me enviou a vós.

Esse nome"Ye ma she Ye" SEREI O QUE SEREI jamais decifrado nos faz pensar e ter variadas de interpretações diferente sobre a resposta do "SEREI O QUE SEREI"( Deus) O que significa esse nome? o que Deus realmente quis transmitir através de Moshe?, Como seres humanos livres em nossos pensamentos acredito na interpretação que O SEREI O QUE SEREI esta vinculado através dos nossos atos humanos com outros humanos " SEREI O QUE SEREI " como reflexo do estado de vida que teremos um com o outro.
"SEREI O QUE SEREI" que dizer "SOMOS O QUE SOMOS neste mundo em função do que EU SEREI com os outros seres humanos" .
De Certa forma esse complexo Conceito faz "Deus" SEREI O QUE SEREI " Estar dentro de cada um de nos e em tudo que esteja vivo e tudo que seja vida neste planeta e universo.
Esse Deus " O SEREI O QUE SEREI" nos deu a sabedoria, o livre arbítrio, a liberdade de ser livre.
Somos seres livres , porem sempre sob condição "Herut Al tinai" (Liberdade condicionada) de saber que essa liberdade humana somente existe se entender que "SOMOS O QUE SOMOS" e a nossa responsabilidade com o "outro"
Essa linda passagem bíblica vai nos alertar que Deus da o seu própio nome ( SEREI O QUE SEREI) a responsabilidade de que devemos ser e fazer como seres humanos .

Na segunda parte nao hoje te envio o que penso sobre esse conceito judaismo e civilizacao!

Brachot ! Um Forte Abraco

Jayme


Leo Agapejev de Andrade disse:
O texto diz claramente o que é ser um judeu secular. Mas, ao lê-lo, lembrei-me do que está escrito na página principal deste blog (texto formulado pelo Jayme): "O Judaismo Humanista acredita que o Judaismo é uma civilização onde estado de Israel é o centro da Civilização judaica." A partir daí, pergunto: o que diferencia o judeu secular de outros cidadãos israelenses (sejam eles árabes, judeus religiosos ou de outra etnia)? Um não-judeu humanista compartilha de grande parte da visão de mundo de um judeu secular humanista, a princípio. Com base nisso, onde se encaixa a necessidade de um "estado de Israel", para um judeu secular, ou mesmo um judeu ateu? Seria um resgate do sionismo político das primeiras aliot?
Espero ter sido claro. Talvez a resposta leve a questões muito abrangentes como "o que é ser judeu", mas qualquer resposta será bem-vinda. Obrigado,
Leo.
"Nenhum homem deve se reportar a outrem como um meio, senão como à um fim em si mesmo. Um princípio ético ou terá aplicação universal ou será considerado antiético." Concordo, e vejo aqui o porquê (ou um dos motivos, talvez o principal) de não-judeus se interessarem pela cultura judaica.

Olá a todos, Shalom.

 

Leo, lendo seu último texto, me veio uma pergunta, mais filosófica do que qualquer outra coisa. Se todos viemos da descendência de Noé, esse raciocínio me leva a crer então que todos somos judeus, só que em alguns casos, (na maioria dos casos dos "não-judeus") somos como as ovelhas perdidas, as pessoas que não param para analisar de onde viemos e para onde vamos, por assim dizer, vivem em outras condições culturais e religiosas.

 

Não querendo aqui desmerecer nenhum grupo religioso, mas, o que vejo hoje são muitas discussões a respeito de Deus como propriedade e não como Criador, pessoas dizem saber toda a verdade e cometem crimes em nome dessas verdades, acredito que o que falta é o resgate da "humanidade", essa sim é a ovelha mais importante do rebanho.

 

Abraço a todos

 

Shabat Shalom!

 

 


Leo Agapejev de Andrade disse:

"Nenhum homem deve se reportar a outrem como um meio, senão como à um fim em si mesmo. Um princípio ético ou terá aplicação universal ou será considerado antiético." Concordo, e vejo aqui o porquê (ou um dos motivos, talvez o principal) de não-judeus se interessarem pela cultura judaica.

Não entendo por quê num texto que trata de judaísmo secular  a palavra "Deus" é grafada com apostrofe assim como fazem os judeus ortodoxos ?

foi escolha da tradutora ou do proprio autor?

 

Shalom Renee,

O Texto Original esta em Hebraico, traduzido para o Inglês

 Ronen Perlin membro do nosso site teve a gentileza de fazer a Tradução especialmente para o nosso site.

No Texto Original em Hebraico do Prof. Yaakov Malkin, a palavra  Eloim não esta grafada.

Se interessa a  vc ler mais textos do Prof. Yaakov Malkin,em hebraico e inglês e também de outras personalidades do JH de Israel  veja o site abaixo.


http://www.free-judaism.org/

Abraco

Jayme

Renée Avigdor disse:

Não entendo por quê num texto que trata de judaísmo secular  a palavra "Deus" é grafada com apostrofe assim como fazem os judeus ortodoxos ?

foi escolha da tradutora ou do proprio autor?

 

ברוך השם  Apesar de todos os esforços, creio, com o devido respeito, que ainda não ficou bem clara crença judaica "secular"

Talvez uma abordagem sobre o entendimento do Judaísmo "secular" a respeito de Dús, daTorah e da Vida Eterna esclarecesse melhor a matéria. Que acham?

 

 



Henrique Kozlowski Netto disse:

ברוך השם  Apesar de todos os esforços, creio, com o devido respeito, que ainda não ficou bem clara crença judaica "secular"

Talvez uma abordagem sobre o entendimento do Judaísmo "secular" a respeito de Dús, daTorah e da Vida Eterna esclarecesse melhor a matéria. Que acham?

 

 

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