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Contos Judaico

Espaço para se aprender e refletir sobre as sabedorias dos contos Judaico de nossos sabios e…Ver mais...
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Possível conversão ao Judaísmo

Bom dia a todos.Meu nome é Benjamin Simões e eu moro em Jundiaí - SP, a 60 Km da capital, tenho 24…Ver mais...
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Jayme Fucs Bar respondeu à discussão Deus sive Natura” *Baruch Espinosa (1632 - 1677) - Taitson A. L. dos Santos de Jayme Fucs Bar
"Deus sive Natura” *Baruch Espinosa (1632 - 1677) - Taitson A. L. dos Santos"
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A “CONSPIRAÇÃO DO SILÊNCIO”.UMA HISTÓRIA DESCONHECIDA SOBRE OS BANDEIRANTES JUDEUS NO BRASIL.Prof. Dra. Anita W. Novinsky

Pesquisas realizadas nos últimos anos nos arquivos inquisitoriais em Portugal trouxeram informações…Ver mais...
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O fenômeno marrano no Brasil, da colônia aos nossos dias por Angelo Adriano Faria de Assis*

ANPUH – XXV SIMPÓSIO NACIONAL DE HISTÓRIA – Fortaleza, 2009.Resumo: Em 1497, os judeus portugueses…Ver mais...
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Judeus na Primeira Pessoa - Bernard-Henry Lévy

Judeus na Primeira Pessoa - Bernard-Henry Lévy

Sou judeu
por parte da minha mãe e do meu pai. Sou judeu por parte de Lévinas, Buber, Rosenzweig.
Sou judeu porque ser judeu significa amar mais a lei do que a terra e a letra tanto quanto o espírito.
Sou judeu em resultado de uma desconfiança, que sempre senti, em relação a estados extáticos e extremos de paixão religiosa.
Sou judeu em resultado da minha rejeição de todas as formas de magia ou mistério: “Cautela”, gritou Lévinas, autor de Difficíle Liberté, Essais sur le Judaïsm, “com todos os falsos profetas que dizem que o homem está ‘mais perto dos deuses quando deixa de pertencer a si próprio’! Em guarda, judeus, contra o esquecimento de que o judaísmo é a única religião no mundo que prega a recusa das forças obscuras – a religião do desencanto, do santo e não do sagrado!” É assim que sou judeu.
Sou judeu porque sou antinaturalista e antimaterialista –
sou judeu, por outras palavras, porque me sinto em casa no Livro e entre os homens, mais do que na obscura floresta de símbolos e até na vida.
Sou um judeu do galout (exílio, diáspora); sou um judeu que, há anos e anos, reflecte nesta questão do galout; não propriamente na reabilitação do galout; não, falando correctamente, na metafísica do galout; e, ainda menos, na distância em relação a Israel, que amo do fundo do coração, um amor incondicional; mas a meditação num exílio essencial, sem redenção nem retorno, que para mim parece constituir o que significa ser judeu, tanto no galout como em Israel; o contrário do exílio de Ulisses; a correlação e parte do fascínio, judaico também, com o reino dos céus; não é Judeu o nome, igualmente, do filho de Abraão (o Hebreu) e de Jacob (o Israelita)? Não é a filosofia judaica, indissociavelmente, a filosofia dos reis e dos profetas, de Israel e a da voz que, através de Jeremias, implora ao “resto de Israel” para “fortificar as suas posições no exílio”?
Sou judeu porque não sou um platónico; judeu por causa do que chamarei, para ser sucinto, anti-platonismo coextensivo ao pensamento judaico; uma ética mais do que um ponto de vista; uma relação com os outros homens tanto quanto com Deus ou, mais exactamente, a Deus, sim, mas porque, e somente porque, me traz mais perto do meu semelhante.
Sou judeu como Lévinas quando ele discute a amizade com Buber. Nessa discussão, que é digna, pelos seus termos, da famosa disputa em que Proust, sobre o mesmo tema, acaba por atirar os sapatos à cara de Emmanuel Berl, Lévinas expressa a sua desconfiança das noções buberianas de diálogo e reciprocidade. Sou judeu, sim, na forma como Lévinas declara ser estranha e irrelevante a ideia de uma amizade puramente espiritual, ou “desnervada”, que pode apenas cair em “formalismo”. Ele conclui com estas formulações magníficas, que são parte do meu judaísmo: o Outro necessita mais de “solicitude” do que de “amizade”, porque “vestir os que estão nus e alimentar os que têm fome é o real e concreto acesso ao Outro, mais autêntico do que amizade etérea.”
Sou um judeu que não é realmente um humanista (a palavra perde o sentido para um leitor, mesmo o menos versado, do Maharal de Praga ou do Gaon de Vilna), mas sou consciente de um judaísmo que me faz responsável pelos outros, o seu guardador – um judaísmo que se define, assim, como uma ética e define esta ética como aquela que é estabelecida quando eu resolvo fazer de mim não o igual mas o refém do meu semelhante e que vejo, sobre o meu “eu”, um “Ele” que me domina das sagradas alturas.
Sou um judeu que não é obviamente político (como pode um estudante de Lévinas esquecer o seu Politique Aprés?) mas aberto, por outro lado, ao mundo e a fazer do messianismo a responsabilidade básica do homem, de cada homem, no trabalho de redenção.
Sou um judeu universalista.
Sou um judeu que não se resigna a deixar ao cristianismo o monopólio do universalismo. O “povo escolhido”, tanto para mim como para Lévinas e Albert Cohen, não é um privilégio, mas uma missão. O papel do povo judeu, tanto para mim como para Rosenzweig, é abrir, a todos os povos, as invisíveis e sagradas portas que iluminam a estrela da redenção. É este, aos meus olhos, o significado do mandamento de Deuteronómio: “Não abominarás o idumeu, pois é teu irmão; não abominarás o egípcio”; e também na história de Jonas, a quem Deus diz: “Levanta-te, vai à grande cidade de Ninive e clama”, mesmo quando Ninive é, como ele sabe, o inimigo de Israel, a capital da Assíria, o próprio reino do mal.
Sou um judeu tal como Walter Benjamin quando Benjamin fala da sua “solicitude para com os vencidos e famintos” – sou judeu no sentido de Poésie et Revolution e de Teses Sobre o Conceito da História mostrando que “cada segundo é a porta estreita através da qual pode passar o messias.”
Sou um judeu que acredita, como Benjamin e, de certa forma, Scholem, que o messianismo judaico é a “encarnação de uma história secreta e invisível” que “se contrapõe à história dos fortes e dos poderosos”, que é como quem diz a “história visível” – toda a minha vida acreditei neste judaísmo, e isto é o que tenho praticado.
Fui judeu, por outras palavras, no meu Réflexions sur la Guerre, le Mal e la Fin de l’Histoire. Fui judeu no Burundi, em Angola, e na Bósnia muçulmana. Fui judeu entre os nubios a caminho de serem exterminados no sul do Sudão.
Fui judeu cada vez que, nas mais desoladas zonas do mundo, no coração das suas mais esquecidas guerras, eu aprendi a instrução judaica segundo a qual a mais séria prova da existência de Deus é a existência de rostos – e o sinal do eclipse de Deus é o seu apagamento programado.
Sou judeu porque acredito num Deus que por outra definição é “Não Matarás”.
Sou judeu quando tentei, ao longo de um ano, traçar os passos de Daniel Pearl, e sou judeu quando, à minha maneira, modesta e secular, sim, mas à minha maneira, tento contribuir para a santificação do seu nome.

, filósofo, escritor, jornalista e ensaísta francês. Retirado do livro “I Am Jewish: Personal Reflections Inspired by the Last Words of Daniel Pearl”, 2004.

 

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Criado por Jayme Fucs Bar 21 Nov 2014 at 5:18. Atualizado pela última vez por Jayme Fucs Bar sexta-feira.

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Pensamentos sobre o Judaismo Humanista

Pensamentos sobre o Judaísmo Humanista 
 
O Judaísmo Humanista acredita que o Judaísmo é uma das praticas da liberdade e da dignidade do povo judeu e defende o direito da liberdade e a dignidade de todo seres humanos.

O Judaísmo Humanista acredita que Judeu é aquele que se identifica como judeu e se sente vinculado a sua historia, cultura e tradições.

O Judaísmo Humanista acredita que o Judaísmo é uma civilização onde estado de Israel é o centro da Civilização judaica.

O Judaísmo Humanista acredita que a revolução sionista foi uma revolução cultural que proclamou a soberania espiritual do homem judeu no centro de sua cultura e civilização.

O Judaísmo Humanista acredita que a religião judaica é uma das manifestações da cultura e tradição judaica .

O Judaísmo Humanista acredita que a identidade judaica é preservada através da educação judaica onde se pratica sua cultura, suas festividades, suas tradições, seu ciclo da vida judaica , criando e mantendo seus rituais, invocando o estudo da sua historia, sua filosofia, literatura e todo tipo de manifestações culturais judaica, em um ambiente livre e pluralista.

O Judaísmo Humanista acredita que a historia Judaica é um das sagas do ser humano, o Tanach e o Talmud são referencias originarias do significado da moral e da ética do ser humano .

O Judaísmo Humanista acredita que todos têm a responsabilidade na resolução dos problemas humanos.


O Judaísmo Humanista propõem a ação social e a luta por justiça social,e ecológica atuando e educando tanto na comunidade judaica, como em Israel e na sociedade geral almejando um mundo mais justa e mais solidário .
 

TURISMO EDUCATIVO EM ISRAEL

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

FUCS BAR TURISMO é uma cooperativa familiar em Israel , coordenada por Tomer, Oren e Jayme Fucs Bar, que se dedicam a promover aos seus clientes uma experiencia única através de conteúdo, aprendizado e uma vivencia inesquecível em Israel!

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    PRECISAMOS DE ALGUÉM...

    PRECISAMOS DE ALGUÉM...

    Que entenda a necessidade de criarmos o nosso próprio marco comunitário, ter os nossos próprios rabinos, nossas sinagogas, nossos centros de estudos, manifestando a nossa própria forma de ser judeu humanista.

    Precisamos de alguém...

    Que esteja interessado em ser parte de um grupo que define que judeu é todo aquele que se identifica como judeu e se sente vinculado à sua história, cultura e tradições.

    Precisamos de alguém...

    Que esteja interessado na valorização da educação judaica como instrumento maior para a formação da identidade judaica humanista, identidade que assuma responsabilidades comunitárias, sociais, políticas e ecológicas.

    Precisamos de alguém...

    Que acredite que o Judaísmo é uma das práticas da liberdade e da dignidade do povo judeu e defenda o direito à liberdade e à dignidade de todos os seres humanos.

    Precisamos de alguém...

    Que possa compreender que o Judaísmo é uma civilização, que o Estado de Israel é o centro da Civilização judaica e que a revolução sionista foi uma revolução cultural que proclamou a soberania espiritual do homem judeu no centro de sua cultura e civilização.

    Precisamos de alguém...

    Que não tenha medo de enfrentar este mundo de crises, de individualismo, de guerras, de racismo e de preconceitos, de competição e de consumismo, e que entenda que o Judaísmo Humanista procura respostas a essa crise.

    Precisamos de alguém...

    Que acredite que a história judaica é uma das sagas do ser humano, que o Tanach e o Talmude são referências  originárias do significado da moral e da ética do ser humano e que está em nossas mãos a responsabilidade na resolução dos problemas humanos.

    Precisamos de alguém... Que acredita numa comunidade judaica humanista da visão dos profetas de Israel, almejando uma sociedade de paz, justiça e respeito ao outro.

    Precisamos de alguém...

    Que Ame a Deus, Que Ame a Torá , Mais Que Não Esquece jamais de Saber Amar o Proximo.


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