Últimas atividades

Ícone do perfil
Marcelo Barzilai deu um presente para Paulo Blank 9 horas atrás
Ícone do perfil

O Historiador, o Diplomata, e o espião

Por Clifford D. MayComo os especialistas vêem a ameaça representada pelos governantes do IrãArmas não matam pessoas, pessoas matam pessoasJERUSALEM --- O Irã não é nosso inimigo. O regime que se enriquece enquanto mata, oprime e empobrece iranianos…Ver mais...
Posts no blog por Ivan Kelner 9 horas atrás
Ícone do perfil
ruthiar comentou a postagem no blog 'JH DO PARANÁ Na Manifestação Contra Maus Tratos de Animais.' de Marcelo Barzilai
Fico muito grata pelo prestígio a esta manifestação tão importante.
22 horas atrás
Ícone do perfil
Ícone do perfil
Ícone do perfil
ruthiar curtiram a discussão "Baal Shem Tov - Revista Morasha" de Jayme Fucs Bar 22 horas atrás
Ícone do perfil

TU BISHVAT - Ecologia Profunda - Um Novo Renascimento Autor:Fritjof Capra

Miniatura
Hoje estamos diante de uma série de problemas globais que prejudicam a biosfera e a vida humana de maneiras tão alarmantes que logo podem se tornar irreversíveis.Chegamos a esse estágio, face o paradigma que configurou a sociedade ocidental e…Ver mais...
Jayme Fucs Bar adicionou uma discussão ao grupo O Ciclo da Vida Judaica ontem
Ícone do perfil
Dia 8.2 Vamos Plantar Uma Árvore em Tu BiShvat? Segundo o Talmud Tu BiShvat é o Ano Novo das Árvores onde somos parte da rede da vida
Status postado por Jayme Fucs Bar ontem
Ícone do perfil

ONU marca Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto - Radio ONU

Data, 27 de janeiro, lembra a libertação do campo de concentração de Auschwitz, na Polônia; tema deste ano são as “Crianças e o Holocausto”.…Ver mais...
Posts no blog por Jayme Fucs Bar ontem
Ícone do perfilÍcone do perfil
Jayme Fucs Bar e Virson Holderbaum agora são amigos ontem
Ícone do perfilÍcone do perfil
Tábata Kuhn e Marcelo Luz agora são amigos ontem
Ícone do perfil
MiniaturaMiniaturaMiniatura
Ícone do perfil
Ícone do perfil
Ícone do perfil
Ícone do perfil
Iara Kotlhar Schimchak comentou o vídeo de Jayme Fucs Bar
Prof Leibovitz é fora de serie. Sua autonomia, sua capacidade de avaliar cada situação o diferencia da grande massa de haredim (religiosos rigidos). Ele tem razão ao dizer que a questão feminina é mais…
sexta-feira
Ícone do perfil
Ícone do perfil
Ícone do perfil
Ícone do perfil
shabat shalom! a todos.
Status postado por josé junior sexta-feira

Aniversários

Esse Site tem o apoio de Tmurá – Instituto para a capacitação de rabinos seculares humanistas e líderes judeus em Israel.

Judeus na Primeira Pessoa - Bernard-Henry Lévy

Judeus na Primeira Pessoa - Bernard-Henry Lévy

Sou judeu
por parte da minha mãe e do meu pai. Sou judeu por parte de Lévinas, Buber, Rosenzweig.
Sou judeu porque ser judeu significa amar mais a lei do que a terra e a letra tanto quanto o espírito.
Sou judeu em resultado de uma desconfiança, que sempre senti, em relação a estados extáticos e extremos de paixão religiosa.
Sou judeu em resultado da minha rejeição de todas as formas de magia ou mistério: “Cautela”, gritou Lévinas, autor de Difficíle Liberté, Essais sur le Judaïsm, “com todos os falsos profetas que dizem que o homem está ‘mais perto dos deuses quando deixa de pertencer a si próprio’! Em guarda, judeus, contra o esquecimento de que o judaísmo é a única religião no mundo que prega a recusa das forças obscuras – a religião do desencanto, do santo e não do sagrado!” É assim que sou judeu.
Sou judeu porque sou antinaturalista e antimaterialista –
sou judeu, por outras palavras, porque me sinto em casa no Livro e entre os homens, mais do que na obscura floresta de símbolos e até na vida.
Sou um judeu do galout (exílio, diáspora); sou um judeu que, há anos e anos, reflecte nesta questão do galout; não propriamente na reabilitação do galout; não, falando correctamente, na metafísica do galout; e, ainda menos, na distância em relação a Israel, que amo do fundo do coração, um amor incondicional; mas a meditação num exílio essencial, sem redenção nem retorno, que para mim parece constituir o que significa ser judeu, tanto no galout como em Israel; o contrário do exílio de Ulisses; a correlação e parte do fascínio, judaico também, com o reino dos céus; não é Judeu o nome, igualmente, do filho de Abraão (o Hebreu) e de Jacob (o Israelita)? Não é a filosofia judaica, indissociavelmente, a filosofia dos reis e dos profetas, de Israel e a da voz que, através de Jeremias, implora ao “resto de Israel” para “fortificar as suas posições no exílio”?
Sou judeu porque não sou um platónico; judeu por causa do que chamarei, para ser sucinto, anti-platonismo coextensivo ao pensamento judaico; uma ética mais do que um ponto de vista; uma relação com os outros homens tanto quanto com Deus ou, mais exactamente, a Deus, sim, mas porque, e somente porque, me traz mais perto do meu semelhante.
Sou judeu como Lévinas quando ele discute a amizade com Buber. Nessa discussão, que é digna, pelos seus termos, da famosa disputa em que Proust, sobre o mesmo tema, acaba por atirar os sapatos à cara de Emmanuel Berl, Lévinas expressa a sua desconfiança das noções buberianas de diálogo e reciprocidade. Sou judeu, sim, na forma como Lévinas declara ser estranha e irrelevante a ideia de uma amizade puramente espiritual, ou “desnervada”, que pode apenas cair em “formalismo”. Ele conclui com estas formulações magníficas, que são parte do meu judaísmo: o Outro necessita mais de “solicitude” do que de “amizade”, porque “vestir os que estão nus e alimentar os que têm fome é o real e concreto acesso ao Outro, mais autêntico do que amizade etérea.”
Sou um judeu que não é realmente um humanista (a palavra perde o sentido para um leitor, mesmo o menos versado, do Maharal de Praga ou do Gaon de Vilna), mas sou consciente de um judaísmo que me faz responsável pelos outros, o seu guardador – um judaísmo que se define, assim, como uma ética e define esta ética como aquela que é estabelecida quando eu resolvo fazer de mim não o igual mas o refém do meu semelhante e que vejo, sobre o meu “eu”, um “Ele” que me domina das sagradas alturas.
Sou um judeu que não é obviamente político (como pode um estudante de Lévinas esquecer o seu Politique Aprés?) mas aberto, por outro lado, ao mundo e a fazer do messianismo a responsabilidade básica do homem, de cada homem, no trabalho de redenção.
Sou um judeu universalista.
Sou um judeu que não se resigna a deixar ao cristianismo o monopólio do universalismo. O “povo escolhido”, tanto para mim como para Lévinas e Albert Cohen, não é um privilégio, mas uma missão. O papel do povo judeu, tanto para mim como para Rosenzweig, é abrir, a todos os povos, as invisíveis e sagradas portas que iluminam a estrela da redenção. É este, aos meus olhos, o significado do mandamento de Deuteronómio: “Não abominarás o idumeu, pois é teu irmão; não abominarás o egípcio”; e também na história de Jonas, a quem Deus diz: “Levanta-te, vai à grande cidade de Ninive e clama”, mesmo quando Ninive é, como ele sabe, o inimigo de Israel, a capital da Assíria, o próprio reino do mal.
Sou um judeu tal como Walter Benjamin quando Benjamin fala da sua “solicitude para com os vencidos e famintos” – sou judeu no sentido de Poésie et Revolution e de Teses Sobre o Conceito da História mostrando que “cada segundo é a porta estreita através da qual pode passar o messias.”
Sou um judeu que acredita, como Benjamin e, de certa forma, Scholem, que o messianismo judaico é a “encarnação de uma história secreta e invisível” que “se contrapõe à história dos fortes e dos poderosos”, que é como quem diz a “história visível” – toda a minha vida acreditei neste judaísmo, e isto é o que tenho praticado.
Fui judeu, por outras palavras, no meu Réflexions sur la Guerre, le Mal e la Fin de l’Histoire. Fui judeu no Burundi, em Angola, e na Bósnia muçulmana. Fui judeu entre os nubios a caminho de serem exterminados no sul do Sudão.
Fui judeu cada vez que, nas mais desoladas zonas do mundo, no coração das suas mais esquecidas guerras, eu aprendi a instrução judaica segundo a qual a mais séria prova da existência de Deus é a existência de rostos – e o sinal do eclipse de Deus é o seu apagamento programado.
Sou judeu porque acredito num Deus que por outra definição é “Não Matarás”.
Sou judeu quando tentei, ao longo de um ano, traçar os passos de Daniel Pearl, e sou judeu quando, à minha maneira, modesta e secular, sim, mas à minha maneira, tento contribuir para a santificação do seu nome.

, filósofo, escritor, jornalista e ensaísta francês. Retirado do livro “I Am Jewish: Personal Reflections Inspired by the Last Words of Daniel Pearl”, 2004.
 

Fotos

Carregando...
  • Adicionar fotos
  • Exibir todos

Membros

  • Marcelo Barzilai
  • Jorglus
  • Ezio dee Azevedo Filho
  • Ivan Kelner
  • Marcos Moreira da silva
  • Konrad Yona Riggenmann
  • Marcello Siewerdt
  • ruthiar
  • Henrique Jablonski de Souza
  • João Bosco dos Santos
  • Jayme Fucs Bar
  • Rafael Augusto
  • Tábata Kuhn
  • marx golgher
  • Nuno Brito
  • Marcelo Luz
  • Cecilia Nisemblat
  • Iara Kotlhar Schimchak
  • levy rodrigues de souza
  • Virson Holderbaum
  • josé junior
  • Jony Cezar de Lima Curcio
  • alipio feitosa marques
  • Miriam Compybel
  • Gerson F. Correia
  • Franklin Azoubel
  • Leo Agapejev de Andrade

Vídeos

  • Adicionar vídeo
  • Exibir todos

Mensagens de blog

Ivan Kelner

O Historiador, o Diplomata, e o espião

Postado por Ivan Kelner em 29 janeiro 2012 às 10:39 0 Comentários

Por Clifford D. May

Como os especialistas vêem a ameaça representada pelos governantes do Irã



Armas não matam pessoas, pessoas matam pessoas



JERUSALEM --- O Irã não é nosso inimigo. O regime que se enriquece enquanto mata, oprime e empobrece iranianos comuns; o regime que incita genocídio contra Israel, que ameaça seus vizinhos do Golfo Pérsico e promete um…

Continuar
Jayme Fucs Bar

ONU marca Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto - Radio ONU

Postado por Jayme Fucs Bar em 28 janeiro 2012 às 12:47 0 Comentários

Data, 27 de janeiro, lembra a libertação do campo de concentração de Auschwitz, na Polônia; tema deste ano são as “Crianças e o Holocausto”.

Documento de identificação. Imagem:…

Continuar
Jayme Fucs Bar

Grupo de piratas israelíes de Internet ataca sitios web iraníes - AURORA

Postado por Jayme Fucs Bar em 27 janeiro 2012 às 4:03 0 Comentários

La bandera de Israel apareció en sitios web de Irán merced a la acción de un grupo de "hackers" que se autodenominan Equipo de las FDI (Fuerzas de Defensa de Israel), utilizando el idioma inglés: "IDF team". Los piratas de Internet, bloquearon varios sitios del gobierno iraní y lograron poner en algunos la imagen de la bandera nacional.

La intrusión se cometió contra los portales de la prensa televisiva del gobierno persa, que emite programación en inglés, y contra los sitios del…

Continuar
Jayme Fucs Bar

Egito: ''Os islâmicos nos dão medo, mas venceram as eleições'' - Vatican Insider tradução é de Moisés Sbardelotto

Postado por Jayme Fucs Bar em 26 janeiro 2012 às 10:20 0 Comentários

 

No dia da primeira sessão do novo parlamento do período pós-Mubarak, fala o porta-voz da Igreja Católica no Egito.

A reportagem é do sítio Vatican Insider, 24-01-2012. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

"A vitória dos partidos islâmicos dá medo aos cristãos, mas expressa a vontade da população egípcia". É o que afirma à…

Continuar

Notas

Dia Internacional de Lembrança das Vítimas do Holocausto

Criado por Jayme Fucs Bar 26 Jan 2012 at 10:57. Atualizado pela última vez por Jayme Fucs Bar quinta-feira.

Invenção israelense reduz gastos de energia

Criado por Jayme Fucs Bar 17 Jan 2012 at 4:08. Atualizado pela última vez por Jayme Fucs Bar 17 Jan.

Um Pouco de Física Quântica - Blog de Bruno Pereira

Criado por Jayme Fucs Bar 13 Jan 2012 at 9:09. Atualizado pela última vez por Jayme Fucs Bar 13 Jan.

ONU aprova norma contra a intolerância religiosa - IHU

Criado por Jayme Fucs Bar 26 Dez 2011 at 0:57. Atualizado pela última vez por Jayme Fucs Bar 26 Dez, 2011.

Congresso Judaico Latino-Americano Denuncia Perigo Nuclear Iminente

Criado por Jayme Fucs Bar 22 Dez 2011 at 20:39. Atualizado pela última vez por Jayme Fucs Bar 22 Dez, 2011.

Pensamentos sobre o Judaismo Humanista Nucleos RJ e SP

Pensamentos sobre o Judaísmo Humanista Nucleo RJ

O Judaísmo Humanista acredita que o Judaísmo é uma das praticas da liberdade e da dignidade do povo judeu e defende o direito da liberdade e a dignidade de todo seres humanos.

O Judaísmo Humanista acredita que Judeu é aquele que se identifica como judeu e se sente vinculado a sua historia, cultura e tradições.

O Judaísmo Humanista acredita que o Judaísmo é uma civilização onde estado de Israel é o centro da Civilização judaica.

O Judaísmo Humanista acredita que a revolução sionista foi uma revolução cultural que proclamou a soberania espiritual do homem judeu no centro de sua cultura e civilização.

O Judaísmo Humanista acredita que a religião judaica é uma das manifestações da cultura e tradição judaica .

O Judaísmo Humanista acredita que a identidade judaica é preservada através da educação judaica onde se pratica sua cultura, suas festividades, suas tradições, seu ciclo da vida judaica , criando e mantendo seus rituais, invocando o estudo da sua historia, sua filosofia, literatura e todo tipo de manifestações culturais judaica, em um ambiente livre e pluralista.

O Judaísmo Humanista acredita que a historia Judaica é um das sagas do ser humano, o Tanach e o Talmud são referencias originarias do significado da moral e da ética do ser humano .

O Judaísmo Humanista acredita que todos têm a responsabilidade na resolução dos problemas humanos.
O Judaísmo Humanista propõem a ação social e a luta por justiça social,e ecológica atuando e educando tanto na comunidade judaica, como em Israel e na sociedade geral almejando um mundo mais justa e mais solidário .

Pensamentos sobre o Judaismo Humanista Nucleo SP

O Judaísmo Humanista propõe a ação social e a luta por justiça social, sustentabilidade ecológica,a liberdade e dignidade atuando e educando na comunidade judaica, em Israel e na sociedade geral almejando um mundo mais justo e mais solidário, baseado na crenca da centralidade do ser humano.

O Judaísmo Humanista acredita que Judeu é aquele que se identifica como judeu e se sente vinculado a suas historias, culturas e tradições.

O Judaísmo Humanista acredita que o Judaísmo é uma civilização onde Estado de Israel é o centro cultural e espiritual do povo judeu.

O Judaísmo Humanista acredita que a religião judaica é uma das manifestações da cultura e tradição judaica.

O Judaísmo Humanista acredita que a identidade judaica é preservada através da educação e/ou vivencia judaica onde se pratica sua cultura, suas festividades, suas tradições, seu ciclo da vida judaica, criando e mantendo seus rituais, em um ambiente livre e pluralista.

O Judaísmo Humanista acredita que a historia Judaica é uma das sagas do ser humano e que o Tanach e o Talmud são algumas das referencias originarias do significado da moral e da ética do ser humano.

O Judaísmo Humanista acredita que todos têm a responsabilidade na resolução dos problemas humanos.

TURISMO EDUCATIVO EM ISRAEL

  JFUCS - TURISMO EDUCATIVO EM ISRAEL

 

Você está pensando em realizar uma viagem de turismo educativo para Israel e ainda não tem a menor idéia de como realizar?

Nos da equipe do Jfucs Turismo Educativo, poderemos  ajudar a você a montar o seu  programa de acordo com as suas necessidades, anseios e possibilidades.

Jfucs Turismo Educativo pode oferecer, toda uma infra-estrutura necessária para ajudar a organizar a sua viagem.

Seja: Hotéis, aluguel de carro, locais a serem visitados, passeios por todo Israel,  mapas, dicas e o mais importante guias educadores, especializados nos assuntos do seu interesse específico como: Judaísmo, Historia judaica, identidade judaica, politica, Cabala, cultura judaica,  lazer, e muito mais.

Maiores Informações:

 jfucs@netvision.net.il

http://jfucs.webnode.com/pt/

Bate-papo

Active Conversations

Disconnected (1 online)

    Disconnected

    You are disconnected from chat. Connect to join the chat.

    Suspended From Chat

    Registre-se para bater papo em JUDAISMO HUMANISTA

    Registre-se

     
     
     

    O PORTAL DO JH

    Todas as pessoas são bem vindas a este site, independentes se são ou não judeus ou se definem ou não como judeus humanistas! Existe um criterio unico que é a do respeito mutuo "ao outro" mesmo que seja diferente em ideias,cultura,religiões etc..."

    O blog não se responsabiliza pelos comentários e opiniões expressos em suas páginas.

    Badge

    Carregando...

    Fórum

    Uildicler Esteves da Silva

    Assassinato de judeus.

    Iniciado por Uildicler Esteves da Silva em Exemplo de título quinta-feira. 0 Respostas

    Ivan Kelner

    Intolerância

    Iniciado por Ivan Kelner em Exemplo de título. Última resposta de roberto carvalho 22 Jan. 1 Resposta

    Uildicler Esteves da Silva

    FUNDAMENTALISMO RELIGIOSO.

    Iniciado por Uildicler Esteves da Silva em Exemplo de título 20 Jan. 0 Respostas

    Uildicler Esteves da Silva

    Apelo comunitário.

    Iniciado por Uildicler Esteves da Silva em Exemplo de título. Última resposta de Uildicler Esteves da Silva 15 Jan. 4 Respostas

    Uildicler Esteves da Silva

    Os Milagres.

    Iniciado por Uildicler Esteves da Silva em Exemplo de título 15 Jan. 0 Respostas

    Uildicler Esteves da Silva

    A TORÁ, Verdade incontestável.

    Iniciado por Uildicler Esteves da Silva em Exemplo de título. Última resposta de Uildicler Esteves da Silva 15 Jan. 1 Resposta

    CALENDÁRIO :


    Tu Bishvat

    8 de Fevereiro 2012

    Purim

    7 e 8 de marco 2012

    Pessach

    6 Erev a 13 de Abril 2012

    Yom Hashoa

    19 de Abril 2012

    Yom Hazikaron Le Haylei Tzachal

    25 de Abril 2012

    Yom Hatzmaut le Israel

    26 de Abril 2012

    Lag Baomer

    10 de Maio 2012

    Yom Yerushalaim

    20 de Maio 2012

    Shavuot

    26 e 27 de Maio 2012

     

    Sobre

    Judaísmo Humanista - EMUNA BA ADAM

    Judaísmo Humanista - EMUNA BA ADAM

    Jayme Fucs Bar – março 2010

    Ao longo dos últimos anos, o judaísmo secular humanista vem se tornando um movimento, que procura ser uma alternativa prática para milhares de pessoas que se definem como judeus.

    Em minha opinião, judeus e judias, são todos aqueles se definem como parte integral da historia, cultura e tradição judaica, independente dos dogmas exigidos pelas correntes religiosas, que definem que para ser judeu é preciso ser filho de mãe judia, Ser judeu esta totalmente relacionado com uma identidade cultural judaica, e uma relação profunda com a historia e tradição milenar do povo judeu.

    Eu estou ciente que esse tema está impregnado de um grande dogma dentro dos judeus e das comunidades judaicas, mas é preciso falar, debater sobre ele, e não ter medo de enfrentar e romper com esse dogma, pois de fato existe fora da vida comunitária, milhares de judeus que foram criados, educados e se identificam com parte integral de nosso povo, porém, estão marginalizados e excluídos. Essa situação é cada vez mais grave dentro do mundo judaico atual, onde o judaísmo organizado se torna cada vez mais uma opção religiosa, onde existe milhares de famílias que institucionalmente “perdem” sua condição judaica, surgindo uma necessidade vital de criar e se congregar em comunidades seculares humanistas, que possam proporcionar a esses judeus uma nova opção de continuidade judaica organizada.

    Eu como um judeu secular e humanista tenho uma grande EMUNA (Crença) nos seres humanos, onde acredito que A VIDA HUMANA É SAGRADA, onde seres humanos são o centro das preocupações e não Deus, Talvez muitos pensem que este seja um discurso ateísta. Na verdade não sou ateísta nem tão pouco teísta, me considero um agnóstico, isso é, não desacredito na existência de Deus, pois sei que não tenho como provar; como também não tenho como provar a sua inexistência. Sei que estou dizendo algo que parece confuso, pois não tenho a mínima possibilidade de comprovar ou (dês)comprovar esse argumento: o direito de crer ou não crer é uma manifestação legítima e deve ser respeitado, assim como todos os tipos de crenças (emunot), de todas as correntes judaicas e não judaicas, devem ter o seu lugar e devem ser respeitadas e o judaísmo humanista também.

    Acredito que jamais devemos esperar, culpar, ou exigir, que Deus venha solucionar os nossos problemas humanos, como a fome, a miséria, a disparidade social, as guerras, as diversas formas de violência e a destruição ecológica. Esperar por Deus para solucionar nossos problemas humanos, de certa forma, é uma blasfêmia, que vem sendo adotada por varias gerações, com certeza, uma grande insensatez humana , pela qual se vem pagando um preço muito caro em vidas humanas por assim acreditar . Vamos tirar de Deus a responsabilidade de ser o nosso Salvador, e vamos assumir nos mesmos as responsabilidades humanas um com o outro e deixar Deus em Paz.



    Estou totalmente vinculado a idéia que a Torá, o Único e o judaísmo não são e não podem ser um monopólio dos religiosos. A Torá nos deu a razão e a consciência para podermos agir e nos relacionar uns com os outros de forma ética, sabendo respeitar com dignidade a cada um, independente de sua nacionalidade, religião, raça ou crença. Para mim o Judaísmo tem como base comum o conceito do ÚNICO, da unidade que rege todo esse universo, e nós seres humanos somos parte inseparáveis dessa unidade, por isso, somos iguais dentro desse contexto do ÚNICO, onde tudo que é vivo e natural é sagrado e somos um conjunto de partículas que constitui a cadeia de vida do ÚNICO.

    Não somos nós judeus um povo privilegiado ou prodígio, somos sim, um povo de uma cultura milenar, com uma grande experiência histórica que nos permite ajudar e contribuir muito para o bem-estar da Humanidade.

    Acredito que não devemos usar o nome do " ÚNICO" para alcançar objetivos particulares, de grupos, estados ou religiões que justificam em nome do ÚNICO a destruição do outro. Se existe o pecado, este sim é um grande pecado mortal dos nossos tempos, onde a fusão de fundamentalismo religioso, nacionalismo e militarismo vem sendo a fórmula de semear o ódio, a violência, o terrorismo e a opressão entre seres humanos, onde o fortalecimento desses grupos e estados pode nos levar a grave conseqüências de um holocausto nuclear e a nossa autodestruição.

    As idéias do judaísmo secular Humanista organizado que propõem uma alternativa compatível a muitos judeus do século XXI , vêem sendo muito criticadas por grupos religiosos e tradicionalistas, e eu como judeu secular humanista, exijo o meu legitimo direito de me congregar e me definir como uma corrente judaica legitima, que tenha seus próprios rabanim,shilichm tziburiim, batei midrash, centros culturais,etc, realizando todos os serviços judaicos como Kabalat Shabat,Brit Milá, Bar –Bat Mitzvah,casamento, todos festejos judaicos, conversão, sepultamento, enfim, o ciclo da vida judaica completo.

    O Movimento do Judaísmo Humanista organizado tem suas origens no Movimento Kibutziano , no Bundismo, e também na ação de Sherwin Wine, um rabino Reformista, que deixou o Movimento Reformista , pois concluiu que o judaísmo era muito mais que uma religião. Apesar das diferenças do processo histórico de cada um dessas organizações ,o Kibutz, o movimento Bundista e as comunidades do rabino Wine têm em comum a crença num judaísmo amplo, que se compartilha na sua comunidade todos os aspectos culturais, como: música, história, filosofia, educação, artes, humor, folclores , literatura, tradição e ritual judaico e muita fé no ser humano .

    O Movimento Kibutziano, o Bund e o movimento do rabino Wine entenderam que os rituais e as tradições do passado seriam uma excelente fonte para criar um judaísmo do futuro, adaptado à realidade e as profundas mudanças que vêm ocorrendo no mundo judaico , onde se possa congregar milhares de judeus seculares humanistas afastados do meio judaico, a praticar e manifestar um judaísmo humanista secular aberto e sem dogmas.

    Para mim o Judaísmo Secular Humanista deverá ter muito claro a questão da identidade judaica, Vivemos hoje numa sociedade globalizada onde cada um de nós tem várias identidades. Acredito que devemos fortalecer essa nossa identidade secular humanista, que está intimamente ligada à criação de espaços para educação judaica, principalmente, a informal. Educação Judaica e a juventude deverão ser as prioridades das comunidades organizadas do judaísmo Humanista, em Israel e no mundo judaico.



    O Meu Judaísmo Humanista é também inseparável do compromisso com o destino do Estado Judeu, acredito que o Judaísmo Secular Humanista deverá ser uma manifestação moderna de um Sionismo renovador e progressista, que deverá cumprir, na prática, a carta magna da independência do Estado Judeu de almejar um estado dos sonhos dos profetas de Israel, um estado judeu baseado na paz e respeito mútuo entre os povos, e na justiça e solidariedade para todos os seus cidadãos.

    O Judaísmo Humanista deverá ter, hoje mais do que nunca, um papel político claro e critico sob o rumos atuais do estado Judeu, Isso quer dizer não abrir mão de reivindicar pela necessidade da separação entre estado e religião, e o direito de todas as correntes judaicas à legitimidade institucional; não ter medo de lutar pelo reconhecimento mútuo ao direito legítimo do Estado Judeu e do Estado Palestino de viver um ao lado do outro com fronteiras reconhecidas e seguras.

    Judaísmo Secular Humanista organizado, é um novo desafio do judaísmo pós moderno,e o crescimento ou não desse movimento na atualidade, dependerá somente de cada um de nós judeus,nas nossas possibilidades de sairmos do nosso conformismo e individualismo e assumir na prática a responsabilidade de se organizar e criar nossas próprias keilot, dando respostas diretas para nossas necessidades como judeus seculares ,e principalmente, uma opção real para um judaísmo de roupas novas que possa encarar o século XXI com fé ( EMUNÁ) no ser humano, e também uma profunda e intima ligação com o ÚNICO, pois tudo que seja vivo deve ser sagrado.

    Jayme Fucs bar

    © 2012   Criado por Jayme Fucs Bar.   Ativado por .

    Badges  |  Relatar um incidente  |  Termos de serviço