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Noel Carlos de Souza comentou o vídeo de Marcelo Barzilai
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As raizes judaicas do povo brasileiro

"Bem legal este video, Ah sim, como sugestão de leitura para este senhor descendente de judeus, podemos também oferecer o livro  o livro "Judaismo ou cristianismo, por quê são  religiões…"
8 horas atrás
sidnei oliveira compartilhou um perfil em Facebook
11 horas atrás
sidnei oliveira curtiram a discussão Israelenses criam sistema de tratamento de água de baixo custo - Fonte Cambici/GreenProphet de Jayme Fucs Bar
11 horas atrás
Roxana Tabakman deixou um comentário para Jayme Fucs Bar
"Obrigada, Jayme. O curso de Bat em SP. foi o Sergio Storch que postou no 2011. Eu enviei agora uma msg para ele.    "
22 horas atrás
Jayme Fucs Bar deixou um comentário para Roxana Tabakman
"Shalom Roxana  , Me explica melhor que curso de Bat Mitzava voce se refere para ver como posso e ajudar! Abraço Jayme"
ontem
Jayme Fucs Bar adicionou uma discussão ao grupo Curiosidades do Mundo Judaico
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Fontes de estatísticas judaicas (Parte 1 e 2) René Decol

Existem duas fontes de estatísticas demográficas judaicas: os censos demográficos oficiais e as pesquisas de agências e instituições comunitárias. Nem todos os recenseamentos oficiais coletam estatísticas de religião, enquanto o órgão estatístico…Ver mais...
ontem
Roxana Tabakman entrou no grupo de Jayme Fucs Bar
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NUCLEO JUDAISMO HUMANISTA SP

Nucleo do Judaismo Humanista, Criado em SP em 11 de agosto de 2010, que tem como pratica o ciclo da vida judaica, estudos judaicos e os direitos humanos.
ontem
Jayme Fucs Bar postou um evento
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conversa con la senadora Mónica Xavier en la Casa Mordejai Anilevich. em CASA MORDEJAI ANILEVICH - HASHOMER HASHOMER HATZAIR

20 maio 2012 de 16 a 19
El próximo domingo 20 de mayo a las 16.00 hs te esperamos para conversar con la senadora Mónica Xavier en la Casa Mordejai Anilevich. Expondremos nuestras dudas y opiniones sobre las elecciones internas de Frente Amplio en un intercambio esperado…Ver mais...
ontem
Jayme Fucs Bar adicionou uma discussão ao grupo Processo de paz israelense-palestino
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Na Terra Santa, só o heavy metal salva - Marcos Guteman no Estadao.com

Enquanto os líderes israelenses e palestinos não mostram nenhuma disposição em superar suas divergências, um grupo de heavy metal tem conseguido transpor as fronteiras impostas pelo ódio para encontrar pontos em comum entre povos que os radicais…Ver mais...
ontem
Roxana Tabakman deixou um comentário para Jayme Fucs Bar
"desculpa, coloquei a info incompleta. Era um curso em Sao Paulo, que tinha até a proposta de ter o Moacyr scliar de professor, que infelizmente morreu.  "
ontem
Roxana Tabakman deixou um comentário para Jayme Fucs Bar
"Obrigada, Jayme Cheguei lá procurando un curso para Bat para minha filha. Achei a proposta interessantisima, Mais o blog era do ano pasado. Vc sabe si vao fazer ese curso de cultura/bat este ano também?  "
ontem
Jayme Fucs Bar deixou um comentário para Roxana Tabakman
"Shalom Roxana, Seja Bem Vinda!"
ontem
Jayme Fucs Bar deixou um comentário para Renate
"Shalom Renate , Seja Bem Vinda!"
ontem
Ícone do perfilRoxana Tabakman, Renate, José Cechin e mais 1 pessoas entraram em JUDAISMO HUMANISTA
ontem
José Cechin entrou no grupo de Jayme Fucs Bar
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Nucleo Judaismo Humanista RJ

Nucleo do JH Rio de Janeiro realiza Encontros mensais para estudos judaico, Kabalat Shabat , ciclo da vida Judaico, Ações políticas,sócias e ecológicas.Ver mais...
ontem
Jayme Fucs Bar postou uma nota

Fundo para Reconciliação, Leonard Cohen, Tolerância e Paz

Sonhe a Paz Faça a Paz entre israelenses e palestinos AGORA – não espere o amanhã   “A imaginação muitas vezes nos leva a mundos que não existem. Mas, sem ela, não vamos a lugar nenhum” PAZ ENTRE ISRAELENSES E PALESTINOS AGORA – NÃO AMANHÃ Fundo…
quarta-feira
Jayme Fucs Bar postou um vídeo

Official Bet Shemesh Women Flashmob

On Friday, Jan 6th, 2012, a group of 250 women from Bet Shemesh decided to raise their voices against the exclusion of women from the public domain by holdin...
quarta-feira
Posts no blog por Jayme Fucs Bar
quarta-feira
Jayme Fucs Bar adicionou uma discussão ao grupo O Estado Judeu Democratico
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Palestinos e israelenses disputam versão histórica em dia da fundação de Israel De Tel Aviv para a BBC Brasil

Palestinos lembram a fundação de Israel como o "dia da tragédia", ou NakbaO conflito entre israelenses e palestinos envolve mais que a delimitação de fronteiras. Nesta terça-feira, data que os palestinos lembram o que chamam de Nakba (tragédia, na…Ver mais...
quarta-feira
Jayme Fucs Bar comentou o grupo Atualidades Judaicas e de Israel de Jayme Fucs Bar
"AURORA NOTICIAS DE ISRAEL   * Diputado del partido ultra ortodoxo sefaradí Shas manifestó que el casamiento de dos personas del mismo sexo es un acto de prostitución y abominación. *Fuerzas militares libanesas fueron…"
quarta-feira

Esse Site tem o apoio de Tmurá – Instituto para a capacitação de rabinos seculares humanistas e líderes judeus em Israel.

Judeus na Primeira Pessoa - Bernard-Henry Lévy

Judeus na Primeira Pessoa - Bernard-Henry Lévy

Sou judeu
por parte da minha mãe e do meu pai. Sou judeu por parte de Lévinas, Buber, Rosenzweig.
Sou judeu porque ser judeu significa amar mais a lei do que a terra e a letra tanto quanto o espírito.
Sou judeu em resultado de uma desconfiança, que sempre senti, em relação a estados extáticos e extremos de paixão religiosa.
Sou judeu em resultado da minha rejeição de todas as formas de magia ou mistério: “Cautela”, gritou Lévinas, autor de Difficíle Liberté, Essais sur le Judaïsm, “com todos os falsos profetas que dizem que o homem está ‘mais perto dos deuses quando deixa de pertencer a si próprio’! Em guarda, judeus, contra o esquecimento de que o judaísmo é a única religião no mundo que prega a recusa das forças obscuras – a religião do desencanto, do santo e não do sagrado!” É assim que sou judeu.
Sou judeu porque sou antinaturalista e antimaterialista –
sou judeu, por outras palavras, porque me sinto em casa no Livro e entre os homens, mais do que na obscura floresta de símbolos e até na vida.
Sou um judeu do galout (exílio, diáspora); sou um judeu que, há anos e anos, reflecte nesta questão do galout; não propriamente na reabilitação do galout; não, falando correctamente, na metafísica do galout; e, ainda menos, na distância em relação a Israel, que amo do fundo do coração, um amor incondicional; mas a meditação num exílio essencial, sem redenção nem retorno, que para mim parece constituir o que significa ser judeu, tanto no galout como em Israel; o contrário do exílio de Ulisses; a correlação e parte do fascínio, judaico também, com o reino dos céus; não é Judeu o nome, igualmente, do filho de Abraão (o Hebreu) e de Jacob (o Israelita)? Não é a filosofia judaica, indissociavelmente, a filosofia dos reis e dos profetas, de Israel e a da voz que, através de Jeremias, implora ao “resto de Israel” para “fortificar as suas posições no exílio”?
Sou judeu porque não sou um platónico; judeu por causa do que chamarei, para ser sucinto, anti-platonismo coextensivo ao pensamento judaico; uma ética mais do que um ponto de vista; uma relação com os outros homens tanto quanto com Deus ou, mais exactamente, a Deus, sim, mas porque, e somente porque, me traz mais perto do meu semelhante.
Sou judeu como Lévinas quando ele discute a amizade com Buber. Nessa discussão, que é digna, pelos seus termos, da famosa disputa em que Proust, sobre o mesmo tema, acaba por atirar os sapatos à cara de Emmanuel Berl, Lévinas expressa a sua desconfiança das noções buberianas de diálogo e reciprocidade. Sou judeu, sim, na forma como Lévinas declara ser estranha e irrelevante a ideia de uma amizade puramente espiritual, ou “desnervada”, que pode apenas cair em “formalismo”. Ele conclui com estas formulações magníficas, que são parte do meu judaísmo: o Outro necessita mais de “solicitude” do que de “amizade”, porque “vestir os que estão nus e alimentar os que têm fome é o real e concreto acesso ao Outro, mais autêntico do que amizade etérea.”
Sou um judeu que não é realmente um humanista (a palavra perde o sentido para um leitor, mesmo o menos versado, do Maharal de Praga ou do Gaon de Vilna), mas sou consciente de um judaísmo que me faz responsável pelos outros, o seu guardador – um judaísmo que se define, assim, como uma ética e define esta ética como aquela que é estabelecida quando eu resolvo fazer de mim não o igual mas o refém do meu semelhante e que vejo, sobre o meu “eu”, um “Ele” que me domina das sagradas alturas.
Sou um judeu que não é obviamente político (como pode um estudante de Lévinas esquecer o seu Politique Aprés?) mas aberto, por outro lado, ao mundo e a fazer do messianismo a responsabilidade básica do homem, de cada homem, no trabalho de redenção.
Sou um judeu universalista.
Sou um judeu que não se resigna a deixar ao cristianismo o monopólio do universalismo. O “povo escolhido”, tanto para mim como para Lévinas e Albert Cohen, não é um privilégio, mas uma missão. O papel do povo judeu, tanto para mim como para Rosenzweig, é abrir, a todos os povos, as invisíveis e sagradas portas que iluminam a estrela da redenção. É este, aos meus olhos, o significado do mandamento de Deuteronómio: “Não abominarás o idumeu, pois é teu irmão; não abominarás o egípcio”; e também na história de Jonas, a quem Deus diz: “Levanta-te, vai à grande cidade de Ninive e clama”, mesmo quando Ninive é, como ele sabe, o inimigo de Israel, a capital da Assíria, o próprio reino do mal.
Sou um judeu tal como Walter Benjamin quando Benjamin fala da sua “solicitude para com os vencidos e famintos” – sou judeu no sentido de Poésie et Revolution e de Teses Sobre o Conceito da História mostrando que “cada segundo é a porta estreita através da qual pode passar o messias.”
Sou um judeu que acredita, como Benjamin e, de certa forma, Scholem, que o messianismo judaico é a “encarnação de uma história secreta e invisível” que “se contrapõe à história dos fortes e dos poderosos”, que é como quem diz a “história visível” – toda a minha vida acreditei neste judaísmo, e isto é o que tenho praticado.
Fui judeu, por outras palavras, no meu Réflexions sur la Guerre, le Mal e la Fin de l’Histoire. Fui judeu no Burundi, em Angola, e na Bósnia muçulmana. Fui judeu entre os nubios a caminho de serem exterminados no sul do Sudão.
Fui judeu cada vez que, nas mais desoladas zonas do mundo, no coração das suas mais esquecidas guerras, eu aprendi a instrução judaica segundo a qual a mais séria prova da existência de Deus é a existência de rostos – e o sinal do eclipse de Deus é o seu apagamento programado.
Sou judeu porque acredito num Deus que por outra definição é “Não Matarás”.
Sou judeu quando tentei, ao longo de um ano, traçar os passos de Daniel Pearl, e sou judeu quando, à minha maneira, modesta e secular, sim, mas à minha maneira, tento contribuir para a santificação do seu nome.

, filósofo, escritor, jornalista e ensaísta francês. Retirado do livro “I Am Jewish: Personal Reflections Inspired by the Last Words of Daniel Pearl”, 2004.
 

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Mensagens de blog

Terra leva um ano e meio para repor recursos consumidos anualmente, diz estudo Richard Black Da BBC News

Postado por Jayme Fucs Bar em 16 maio 2012 às 3:30 0 Comentários

Os seres humanos consomem, a cada ano, um montante de recursos naturais 50% superior ao que a Terra pode produzir, de forma sustentável nesse mesmo período. Os dados são da ONG WWF.

De acordo com um relatório "Living Planet", divulgado nesta terça-feira, a Terra leva um ano e meio para repor todos os recursos que a população mundial consome a cada ano. Para muitos ambientalistas, a Rio+20, conferência internacional que será realizada no Brasil em junho, é uma oportunidade para os…

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Especialista americano adverte: o terror islâmico já está no Brasil - Fonte Revista Veja

Postado por Jayme Fucs Bar em 15 maio 2012 às 7:17 0 Comentários

Em entrevista ao jornalista Leonardo Coutinho publicada pela edição de VEJA que deixa hoje as bancas, o embaixador Roger Noriega, americano neto de imigrantes mexicanos nascido em Kansas e especialista em América Latina, descreve como o terrorismo islâmico está infiltrado no continente e chega ao Brasil: ”Rezo para que as autoridades brasileiras deixem de cometer o erro de ignorar o terrorismo”, diz ele. “O risco para o país é real e iminente”.…

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shalon

Postado por luis manuel de oliveira correia em 7 maio 2012 às 15:17 1 Comentar

sou de portugal gostaria mais de saber sobre judaismo humanista se poder me explica por gentileza

 

Notas

Fundo para Reconciliação, Leonard Cohen, Tolerância e Paz

Criado por Jayme Fucs Bar 16 Maio 2012 at 8:50. Atualizado pela última vez por Jayme Fucs Bar quarta-feira.

Meoravut Uruguay: Programa de Involucramiento Comunitario para Jóvenes. Involucrate!

Criado por Jayme Fucs Bar 10 Maio 2012 at 1:33. Atualizado pela última vez por Jayme Fucs Bar 10 Maio.

Israel Comemora 64 anos de Independençia

Criado por Jayme Fucs Bar 26 Abr 2012 at 9:38. Atualizado pela última vez por Jayme Fucs Bar 26 Abr.

O que deve ser dito sobre Günter Grass - Marcos Guterman no Estadao.com

Criado por Jayme Fucs Bar 13 Abr 2012 at 4:54. Atualizado pela última vez por Jayme Fucs Bar 13 Abr.

O Shabat e a Casa Branca - por Jaime Spitzcovsky

Criado por Jayme Fucs Bar 27 Mar 2012 at 15:30. Atualizado pela última vez por Jayme Fucs Bar 27 Mar.

Pensamentos sobre o Judaismo Humanista Nucleos RJ e SP

Pensamentos sobre o Judaísmo Humanista Nucleo RJ

O Judaísmo Humanista acredita que o Judaísmo é uma das praticas da liberdade e da dignidade do povo judeu e defende o direito da liberdade e a dignidade de todo seres humanos.

O Judaísmo Humanista acredita que Judeu é aquele que se identifica como judeu e se sente vinculado a sua historia, cultura e tradições.

O Judaísmo Humanista acredita que o Judaísmo é uma civilização onde estado de Israel é o centro da Civilização judaica.

O Judaísmo Humanista acredita que a revolução sionista foi uma revolução cultural que proclamou a soberania espiritual do homem judeu no centro de sua cultura e civilização.

O Judaísmo Humanista acredita que a religião judaica é uma das manifestações da cultura e tradição judaica .

O Judaísmo Humanista acredita que a identidade judaica é preservada através da educação judaica onde se pratica sua cultura, suas festividades, suas tradições, seu ciclo da vida judaica , criando e mantendo seus rituais, invocando o estudo da sua historia, sua filosofia, literatura e todo tipo de manifestações culturais judaica, em um ambiente livre e pluralista.

O Judaísmo Humanista acredita que a historia Judaica é um das sagas do ser humano, o Tanach e o Talmud são referencias originarias do significado da moral e da ética do ser humano .

O Judaísmo Humanista acredita que todos têm a responsabilidade na resolução dos problemas humanos.
O Judaísmo Humanista propõem a ação social e a luta por justiça social,e ecológica atuando e educando tanto na comunidade judaica, como em Israel e na sociedade geral almejando um mundo mais justa e mais solidário .

Pensamentos sobre o Judaismo Humanista Nucleo SP

O Judaísmo Humanista propõe a ação social e a luta por justiça social, sustentabilidade ecológica,a liberdade e dignidade atuando e educando na comunidade judaica, em Israel e na sociedade geral almejando um mundo mais justo e mais solidário, baseado na crenca da centralidade do ser humano.

O Judaísmo Humanista acredita que Judeu é aquele que se identifica como judeu e se sente vinculado a suas historias, culturas e tradições.

O Judaísmo Humanista acredita que o Judaísmo é uma civilização onde Estado de Israel é o centro cultural e espiritual do povo judeu.

O Judaísmo Humanista acredita que a religião judaica é uma das manifestações da cultura e tradição judaica.

O Judaísmo Humanista acredita que a identidade judaica é preservada através da educação e/ou vivencia judaica onde se pratica sua cultura, suas festividades, suas tradições, seu ciclo da vida judaica, criando e mantendo seus rituais, em um ambiente livre e pluralista.

O Judaísmo Humanista acredita que a historia Judaica é uma das sagas do ser humano e que o Tanach e o Talmud são algumas das referencias originarias do significado da moral e da ética do ser humano.

O Judaísmo Humanista acredita que todos têm a responsabilidade na resolução dos problemas humanos.

TURISMO EDUCATIVO EM ISRAEL

  JFUCS - TURISMO EDUCATIVO EM ISRAEL

 

Você está pensando em realizar uma viagem de turismo educativo para Israel e ainda não tem a menor idéia de como realizar?

Nos da equipe do Jfucs Turismo Educativo, poderemos  ajudar a você a montar o seu  programa de acordo com as suas necessidades, anseios e possibilidades.

Jfucs Turismo Educativo pode oferecer, toda uma infra-estrutura necessária para ajudar a organizar a sua viagem.

Seja: Hotéis, aluguel de carro, locais a serem visitados, passeios por todo Israel,  mapas, dicas e o mais importante guias educadores, especializados nos assuntos do seu interesse específico como: Judaísmo, Historia judaica, identidade judaica, politica, Cabala, cultura judaica,  lazer, e muito mais.

Maiores Informações:

 jfucs@netvision.net.il

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    Todas as pessoas são bem vindas a este site, independentes se são ou não judeus ou se definem ou não como judeus humanistas! Existe um criterio unico que é a do respeito mutuo "ao outro" mesmo que seja diferente em ideias,cultura,religiões etc..."

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    64 anos de independência de Israel.

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    Judaísmo Humanista - EMUNA BA ADAM

    Judaísmo Humanista - EMUNA BA ADAM

    Jayme Fucs Bar – março 2010

    Ao longo dos últimos anos, o judaísmo secular humanista vem se tornando um movimento, que procura ser uma alternativa prática para milhares de pessoas que se definem como judeus.

    Em minha opinião, judeus e judias, são todos aqueles se definem como parte integral da historia, cultura e tradição judaica, independente dos dogmas exigidos pelas correntes religiosas, que definem que para ser judeu é preciso ser filho de mãe judia, Ser judeu esta totalmente relacionado com uma identidade cultural judaica, e uma relação profunda com a historia e tradição milenar do povo judeu.

    Eu estou ciente que esse tema está impregnado de um grande dogma dentro dos judeus e das comunidades judaicas, mas é preciso falar, debater sobre ele, e não ter medo de enfrentar e romper com esse dogma, pois de fato existe fora da vida comunitária, milhares de judeus que foram criados, educados e se identificam com parte integral de nosso povo, porém, estão marginalizados e excluídos. Essa situação é cada vez mais grave dentro do mundo judaico atual, onde o judaísmo organizado se torna cada vez mais uma opção religiosa, onde existe milhares de famílias que institucionalmente “perdem” sua condição judaica, surgindo uma necessidade vital de criar e se congregar em comunidades seculares humanistas, que possam proporcionar a esses judeus uma nova opção de continuidade judaica organizada.

    Eu como um judeu secular e humanista tenho uma grande EMUNA (Crença) nos seres humanos, onde acredito que A VIDA HUMANA É SAGRADA, onde seres humanos são o centro das preocupações e não Deus, Talvez muitos pensem que este seja um discurso ateísta. Na verdade não sou ateísta nem tão pouco teísta, me considero um agnóstico, isso é, não desacredito na existência de Deus, pois sei que não tenho como provar; como também não tenho como provar a sua inexistência. Sei que estou dizendo algo que parece confuso, pois não tenho a mínima possibilidade de comprovar ou (dês)comprovar esse argumento: o direito de crer ou não crer é uma manifestação legítima e deve ser respeitado, assim como todos os tipos de crenças (emunot), de todas as correntes judaicas e não judaicas, devem ter o seu lugar e devem ser respeitadas e o judaísmo humanista também.

    Acredito que jamais devemos esperar, culpar, ou exigir, que Deus venha solucionar os nossos problemas humanos, como a fome, a miséria, a disparidade social, as guerras, as diversas formas de violência e a destruição ecológica. Esperar por Deus para solucionar nossos problemas humanos, de certa forma, é uma blasfêmia, que vem sendo adotada por varias gerações, com certeza, uma grande insensatez humana , pela qual se vem pagando um preço muito caro em vidas humanas por assim acreditar . Vamos tirar de Deus a responsabilidade de ser o nosso Salvador, e vamos assumir nos mesmos as responsabilidades humanas um com o outro e deixar Deus em Paz.



    Estou totalmente vinculado a idéia que a Torá, o Único e o judaísmo não são e não podem ser um monopólio dos religiosos. A Torá nos deu a razão e a consciência para podermos agir e nos relacionar uns com os outros de forma ética, sabendo respeitar com dignidade a cada um, independente de sua nacionalidade, religião, raça ou crença. Para mim o Judaísmo tem como base comum o conceito do ÚNICO, da unidade que rege todo esse universo, e nós seres humanos somos parte inseparáveis dessa unidade, por isso, somos iguais dentro desse contexto do ÚNICO, onde tudo que é vivo e natural é sagrado e somos um conjunto de partículas que constitui a cadeia de vida do ÚNICO.

    Não somos nós judeus um povo privilegiado ou prodígio, somos sim, um povo de uma cultura milenar, com uma grande experiência histórica que nos permite ajudar e contribuir muito para o bem-estar da Humanidade.

    Acredito que não devemos usar o nome do " ÚNICO" para alcançar objetivos particulares, de grupos, estados ou religiões que justificam em nome do ÚNICO a destruição do outro. Se existe o pecado, este sim é um grande pecado mortal dos nossos tempos, onde a fusão de fundamentalismo religioso, nacionalismo e militarismo vem sendo a fórmula de semear o ódio, a violência, o terrorismo e a opressão entre seres humanos, onde o fortalecimento desses grupos e estados pode nos levar a grave conseqüências de um holocausto nuclear e a nossa autodestruição.

    As idéias do judaísmo secular Humanista organizado que propõem uma alternativa compatível a muitos judeus do século XXI , vêem sendo muito criticadas por grupos religiosos e tradicionalistas, e eu como judeu secular humanista, exijo o meu legitimo direito de me congregar e me definir como uma corrente judaica legitima, que tenha seus próprios rabanim,shilichm tziburiim, batei midrash, centros culturais,etc, realizando todos os serviços judaicos como Kabalat Shabat,Brit Milá, Bar –Bat Mitzvah,casamento, todos festejos judaicos, conversão, sepultamento, enfim, o ciclo da vida judaica completo.

    O Movimento do Judaísmo Humanista organizado tem suas origens no Movimento Kibutziano , no Bundismo, e também na ação de Sherwin Wine, um rabino Reformista, que deixou o Movimento Reformista , pois concluiu que o judaísmo era muito mais que uma religião. Apesar das diferenças do processo histórico de cada um dessas organizações ,o Kibutz, o movimento Bundista e as comunidades do rabino Wine têm em comum a crença num judaísmo amplo, que se compartilha na sua comunidade todos os aspectos culturais, como: música, história, filosofia, educação, artes, humor, folclores , literatura, tradição e ritual judaico e muita fé no ser humano .

    O Movimento Kibutziano, o Bund e o movimento do rabino Wine entenderam que os rituais e as tradições do passado seriam uma excelente fonte para criar um judaísmo do futuro, adaptado à realidade e as profundas mudanças que vêm ocorrendo no mundo judaico , onde se possa congregar milhares de judeus seculares humanistas afastados do meio judaico, a praticar e manifestar um judaísmo humanista secular aberto e sem dogmas.

    Para mim o Judaísmo Secular Humanista deverá ter muito claro a questão da identidade judaica, Vivemos hoje numa sociedade globalizada onde cada um de nós tem várias identidades. Acredito que devemos fortalecer essa nossa identidade secular humanista, que está intimamente ligada à criação de espaços para educação judaica, principalmente, a informal. Educação Judaica e a juventude deverão ser as prioridades das comunidades organizadas do judaísmo Humanista, em Israel e no mundo judaico.



    O Meu Judaísmo Humanista é também inseparável do compromisso com o destino do Estado Judeu, acredito que o Judaísmo Secular Humanista deverá ser uma manifestação moderna de um Sionismo renovador e progressista, que deverá cumprir, na prática, a carta magna da independência do Estado Judeu de almejar um estado dos sonhos dos profetas de Israel, um estado judeu baseado na paz e respeito mútuo entre os povos, e na justiça e solidariedade para todos os seus cidadãos.

    O Judaísmo Humanista deverá ter, hoje mais do que nunca, um papel político claro e critico sob o rumos atuais do estado Judeu, Isso quer dizer não abrir mão de reivindicar pela necessidade da separação entre estado e religião, e o direito de todas as correntes judaicas à legitimidade institucional; não ter medo de lutar pelo reconhecimento mútuo ao direito legítimo do Estado Judeu e do Estado Palestino de viver um ao lado do outro com fronteiras reconhecidas e seguras.

    Judaísmo Secular Humanista organizado, é um novo desafio do judaísmo pós moderno,e o crescimento ou não desse movimento na atualidade, dependerá somente de cada um de nós judeus,nas nossas possibilidades de sairmos do nosso conformismo e individualismo e assumir na prática a responsabilidade de se organizar e criar nossas próprias keilot, dando respostas diretas para nossas necessidades como judeus seculares ,e principalmente, uma opção real para um judaísmo de roupas novas que possa encarar o século XXI com fé ( EMUNÁ) no ser humano, e também uma profunda e intima ligação com o ÚNICO, pois tudo que seja vivo deve ser sagrado.

    Jayme Fucs bar

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