JUDAISMO HUMANISTA

O Judaismo Humanista é a pratica da liberdade e dignidade humana

E viva il comunismo e la libertá. Alguém deveria ensinar letra e música pros Bolsonaros. Além de animar a festa twitada, de quebra, poderia justificar o projeto autoritário do clã ao provar que o modelo daquele tal do Gramsci da subversão cultural, a quem todos, inclusive os militares, conhecem e citam de cor, só não foi implantado na Itália graças ao fascismo democrático de Mussolini. Enquanto nós, guiados pelo Nacional Liberalismo de Saulo Guedes, nos livraremos das 10000 pragas petistas convocando a ajuda de Moises Benjamin Netaniau que, por representar o messias mais antigo, e falar com Deus direto do muro de lamentar ações, ganhou um bom dinheiro intermediando a venda de submarinos alemães fabricados pela ThyssenKrupp. Tudo normal, considerando que a empresa saiu biliardária da segunda guerra com a ajuda do trabalho de escravos judeus. Enquanto isso, Bibi, o guardião do nosso povo eleito e aliado da torcida evangélica a espera do Armagedon, ao invés de emancipar os servos hebreus, como se costuma rezar pela Bíblia, arrecadou uma boa nota influenciando os alemães para que vendessem o sofisticado submergível ao atual Faraó do Egito. Sem que o estado maior israelense tivesse a mínima ideia do que ele estava aprontando. Quanto ao Hamas. Que nunca se exploda como quer o jovem Bolsonaro. Vai fazer falta para assustar os eleitores do El Salvador que os ameaça todo o tempo com o perigo da destruição. Na democracia israelense se vota no Messias. Na nossa também.
Viva Stalino. Viva Khrushchov. Dizia uma versão sacana do cântico operário quando, nos heroicos tempos pré-stalinistas, ainda se conseguia dar vivas ao comunismo e à liberdade na mesma linha do verso. É só colocar Bandiera Rossa no youtube e ouvir. No entanto. Acho o autor do Mein Kampf mais original do que os pensadores que servem a nossa nova intelligentsia governista. O líder da renomada democracia socialista alemã não precisou de intermediários para justificar o golpe. Ele mesmo escreveu a própria cartilha do futuro enquanto passava uma temporada na cadeia. Na segunda tentativa saiu-se melhor. Aproveitou o incêndio do Reichstag de Brasília e jogou a culpa na aliança dos terroristas comuno&judeus. Uma vez instaurado o caos na democracia desacreditada pelo jato de lava vindo do Vesúvio, não houve Bauhaus, e nem design alemão, que desse jeito na cabeça embrutecida do povo mais culto da Europa. Estavam todos com a alma à venda e o Dr. Fausto aproveitou. Na Brasileia ainda precisamos de um Olavo pra fazer o papel de ideólogo da corte.
O uso dos argumentos anticomunistas para encobrir o caos procriado serve de desculpa para o autoritarismo. Coisa manjada. Depois de lavar sem deixar secar a mente de um povo frustrado por um socialismo que nunca foi. De ouvir anos a fio que havia um eles e um nós. De acabarem todos se achando traídos pelo nós e atraídos por eles. Acrescente-se a desesperança com os políticos. A facilidade com que eles espalham verdades inquestionáveis. Como numa discussão de crianças psicopatas e malvadas, caso você negue é prova que tem culpa. Umas pitadas de cultura democrática muito da duvidosa. Incentivo à violência já banalizada. Expansão da religiosidade fundamentalista sobre um caldo de cultura machista enraizada no nosso arco-íris social. Milícias de todo tipo por todo lado. Como é que vai ficar o amor ao próximo que, no fundo, é meu inimigo?
Perguntem ao Dr. Fausto

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