JUDAISMO HUMANISTA

O Judaismo Humanista é a pratica da liberdade e dignidade humana

Beit Midrah Virtual - Reflexões sobre o Pessach - Uma Religião para Adultos

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Comentário de marcia souza em 10 abril 2010 às 21:46
obrigada pelo carinho e atenção dispensado ao Claudionor....
sou sua esposa e esperamos em breve retribuir........shalom
Comentário de Kamila Souza em 10 abril 2010 às 17:44
olá shabat shalom...sou filha do Claudionor aqui de Campo Grande, MS, que esteve com vocês nessa semana que passou. Bem gostaria de agradecer por te-lo recebido muito bem particularmente e como representante da nossa kehila. Todos esperam ve-los em breve.. Sem mais... obrigada!
Comentário de Flávia Muniz em 10 abril 2010 às 14:00
"Luta interna e talvez eterna"...
Liberdade é longe?
É quando?
É dentro?
É troca?

Liberdade é grande...

Boa viagem, Paulo!
abraço,
Flávia
Comentário de Emerson Luiz dos Santos Souza em 30 março 2010 às 13:00
Achei muito importante as declarações sobre escravização humana que infelizmente ainda é presente nos dias atuais.
Comentário de Paulo Blank em 26 março 2010 às 16:55
Cario Uri,alguém que lê os textos que vc lê e posta um artigo de Leibowiz sobre o cotel,só por extrema delicadeza e generosidade pode dizer " aprender"comigo.Estamos ambos,sentados sobre ombros de gigantes.Leibowitz ao qual eu somo Levinas.É este o autor da idéia q desenvolvi,uma religião para adultos.Totalmente compatível com oartigo sobre o kotel q vc postou.Em hebraico vc pode encontrá-lo em Herut Kachá,acho que saiu aí com este nome igual ao original. O conceito avança mto e nos permite pensar sobre as mesmas cr;ticas desenvolvidas pelo mestre Leibowitz. Fiquie grato e curioso a teu respeito. Shabat Shalom.
Comentário de Patricia T. Tolmasquim em 25 março 2010 às 13:17
Paulo: Talvez a gente pudesse ampliar nossa compreensão com o pensamento de Marx quando ele nos ensina que todos somos filhos do nosso contexto e que esse contexto é também nosso grande limitador. Nesse sentido, a revolução não será nunca realizada numa unica geração. Então, a avodá kasha, em relação à fala de Moisés, pode ter sido um trabalho árduo de compreensão, de tradução da fala daquele que é o representante do diferente. Moisés vem de outro contexto e como tal exige um esforço do outro para compreendê-lo. Kotzer Ruach pode ser o estado de espírito daqueles que, num contexto opressor e igualmente opressores e oprimidos, não desenvolvem a pausa, o lugar da não ação, da reflexão. e portanto curtos de não ação - impacientes.
Comentário de Jayme Fucs Bar em 25 março 2010 às 11:56
Mestre e Harav Paulo Blank sem duvida parabens!
Necessitamos muito dessas reflexoes, tao relevante e atuais na realidade desse mundo que vivemos.
Sera que que estamos realmente livres? num mundo que todavia existe seres humanos, povos e nacoes escravizados e excluidos ao direito da liberdade, da educacao da saude da moradia!
Sera que somos realmente livres numa sociedade que nos condiciona que liberdade e o sentido maximo da vida eh se individualizar, competir e consumir tudo o que for possivel? Sera que ser livre e se vestir com a roupa de marca sonhar em ser uma celebridade da Tv Globo? Na minha opiniao existe em nos seres humanos uma grande dificuldade de entender o que seja ser realmente "seres livres", talvez seja que no nosso inconciente carregamos em nossas almas um pouco desse escravo de Mitzraim ( Egito) .
Se Nao me engano disse Levinas "Essa Dificil Pratica de saber ser realmente Livres"

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