JUDAISMO HUMANISTA

O Judaismo Humanista é a pratica da liberdade e dignidade humana

Esta é, outra vez, aquela época do ano. Junho é o mês em que todos os pais de Israel se esforçam para encontrar preços acessíveis e adequados de acampamentos para seus filhos, jovens demais para ficar em casa sozinhos enquanto a mamãe e o papai estão no trabalho.
 
É também o período em que toda instituição educacional, do berçário ao ensino médio está ocupada preparando as festas e as cerimônias de graduação de fim de ano. Isto inclui canções sobre verão, de despedida de amigos, sobre crescer e seguir em frente - e, é claro, sobre o anseio e a busca pela paz.

As crianças que estão terminando o jardim de infância - e seus pais - estão entre os mais nervosos e animados. Alguns deles já sabem ler. Seus pais estão preocupados que eles fiquem entediados quando começarem a primeira série em setembro. Alguns ainda não são capazes de ir além de assinar seus nomes nos seus desenhos. Suas mães e pais esperam que eles consigam superar sua ansiedade de estar em uma "escola real", agora, com notebooks e lápis de pontas feitas, em vez de blocos de madeira e lápis de cera.

Em Gaza, menos de uma hora e meia de Tel Aviv, graduações escolares também estão perto de acontecer. Também lá, os pais estão lutando para conseguir vagas para seus filhos amados, em acampamentos de verão organizados pelo Hamas. Nessas instituições, as crianças não aprendem a nadar ou fazer estilingues. Não, seu tempo não é desperdiçado em atividades infantis frívolas . Em vez disso, eles passam o seu tempo recebendo instruções sobre qual a melhor forma de contribuir para a causa Palestina de matar Judeus e aniquilar Israel. Esta é, toda a preocupação dos pais desses bebês na floresta , um período importante de preparação para a sua maioridade como homens - bomba suicidas.

Mas o Hamas não é o único grupo em Gaza preocupado com o bem-estar das crianças. A Jihad Islâmica está igualmente interessada em fornecer à próxima geração ferramentas essenciais para o seu futuro como cidadãos palestinos honrados e o quanto mais cedo melhor. Essa organização terrorista, como todas as outras percebe que crianças têm uma enorme fome e capacidade de aprendizagem.

Este mês, um jardim de infância da Jihad Islâmica apresentou para os pais o quanto os seus bebes de  5 e 6 anos de idade tinha absorvido o que lhes foi ensinado durante o ano. Na sua cerimônia de formatura os pequeninos fizeram uma apresentação que deu aos adultos um enorme orgulho.

O show incluía uma série de paródias retratando soldados israelenses como demoníacos torturadores de inocentes Palestinos. Em um número algumas crianças estavam em gaiolas, representando uma prisão israelense, de mãos algemadas atrás das costas. Outras estavam vestidas com improvisados uniformes das FDI - com kipot em suas cabeças - carregando vários tipos de armas. Uma criança atuando como soldado israelense empurrou a cabeça de outra criança, que fazia o papel de um Palestino sendo torturado, dentro de uma tina de água. Ao mesmo tempo, as crianças recitavam slogans anti-Israel e expressavam o seu desejo de se tornarem mártires.

A diretora do jardim de infância explicou a motivação por trás do show. "Temos de educar as crianças nas primeiras fases de suas vidas para amar a resistência, a Palestina e Jerusalém, de modo que elas saibam o que é a Palestina, porque ela é importante e quem são seus inimigos para que eles saibam qual o seu papel no futuro".

Uma criança anunciou: "Quando eu crescer, eu quero me explodir no meio dos Sionistas e matá-los em um atentado suicida em um ônibus". Quão felizes devem ter ficado seus pais e a diretora, ouvindo isto.

Aqueles que pensam que este tipo de doutrinação se passa em Gaza, onde reinam terroristas, mas que não é característico dos "moderados" da  Autoridade Palestina na Cisjordânia deveriam pensar novamente. Embora exemplos não faltem - os quais podem ser encontrados no Palestinian Media Watch - uma recente perola é digna de nota.

Uma ONG Palestina na intenção de educar as crianças sobre os males do cigarro, recentemente patrocinou um show de marionetes em Jerusalém Oriental. Nele, um boneco dizia: "Eu queria estar diante da platéia e cantar para Jerusalém, que está sendo tirada de nós. Jerusalém, cuja juventude está sendo morta pelos Judeus. Para cantar e dizer: Jerusalém, nós estamos indo, Jerusalém, o momento da morte chegou. Jerusalém, nós não vamos nos render aos inimigos ou ser humilhados".

O segundo boneco responde: "O que estou fazendo comigo [por fumar]? Eu, e muitos outros jovens como eu, acham que através dos cigarros, vamos nos tornar adultos e homens. Jerusalém não precisa de jovens com cigarros nas mãos. Ela precisa de homens que carreguem metralhadoras, e não cigarros".

Hamas em Gaza e o Fatah na Cisjordânia estão confiando no Egito para mediar um acordo que facilite o estabelecimento de um governo de união Esta não é uma tarefa fácil, pois eles são arqui-rivais com uma luta pelo poder em curso. Mas uma coisa que eles têm igual é o objetivo final que reservam para o seu inimigo comum, Israel. Nestas circunstâncias, as crianças israelenses não vão alcançar a paz que tanto são ensinadas a buscar.

Mas não precisam acreditar em minhas palavras, apenas perguntem a qualquer criança Palestina.

Ruthie Blum, ex-editora sênior do The Jerusalem Post, é autora do "To Hell in Handbasket: Carter, Obama, and the "Arab Spring", a ser lançado brevemente pela RVP Press.
 
Fonte: Pass ItOn

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Respostas a este tópico

Que texto maluco. Ao mesmo tempo que amedronta os Israelenses judeus deixa esses prontos para reagir contra e não confiar nos palestinos. Para mim é um texto ambíguo, assim como o sentimento de ódio também é. Fquei em dúvida sobre o que ele quis informar se é sobre a "catequese palestina" ou a letargia da sociedade Israelense???????????????????

    Mas no fundo há uma certa belicosidade no texto.

Caro Marcelo, ninguém nasce odiando. O ódio é ensinado, e é disso que trata o artigo. É difícil se falar em paz quando um dos lados prepara sua próxima geração para o ódio e a aniquilação. Uma frase de Golda Meir dita perante a imprensa em Washington em 1957 (lá se vai tempo e a frase ainda é válida) resume tudo: “ A paz virá quando os Árabes amarem os seus filhos tanto quanto nos odeiam”. Abs

Marcelo Cesar Dias disse:

Que texto maluco. Ao mesmo tempo que amedronta os Israelenses judeus deixa esses prontos para reagir contra e não confiar nos palestinos. Para mim é um texto ambíguo, assim como o sentimento de ódio também é. Fquei em dúvida sobre o que ele quis informar se é sobre a "catequese palestina" ou a letargia da sociedade Israelense???????????????????

    Mas no fundo há uma certa belicosidade no texto.

Frase sensacional! Resume tudo. Escrevi mesmo para aprofundar mais o pensamento presente no texto e não deixar espaço para interpretações ambíguas.  Abração caro Ivan!

Parabéns pela postagem Ivan. É preciso conhecer este tema de perto e alertar as pessoas.

saudações tropicasher

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