Processo de paz israelense-palestino

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Processo de paz israelense-palestino

Nesta nova oportunidade trazida pela gestão Obama, o judaísmo humanista tem um papel importante na construção do processo de paz Israel-Palestina. Proponho nos aglutinarmos aqui para discutir que caminhos estão abertos a nossa participação.

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Comentário de Dania Schnitman em 22 junho 2011 às 12:58
Shalom Sérgio!

 

Conconrdo com vc plenamente quando diz que devemos compreender que "nem tudo que Israel faz é justificável eticamente". Considero essa afirmação como um ponto de partida importantíssimo em qualquer discussão sobre o processo de paz entre israelenses e palestinos.

 

Fui responsável, junto ao Rabino Ary Glikin, pelo newsletter da Sociedade Israelita da Bahia (SIB e-News) por quase três anos. Por indicação de um amigo, Alberto Kleinas, conheci o site "Amigos Brasileiros do Paz Agora". Sempre utilizei os artigos do site no newsletter e recomendo a todos!

 

Parabéns pelo Fórum!

Comentário de Sérgio Storch em 17 fevereiro 2011 às 22:28
Minissérie "Empreendedorismo para nosso capital intelectual e o Oriente Médio". Direi pq Brasil deve adotar Gaza.
Leia e comente
Comentário de Sérgio Storch em 27 dezembro 2010 às 23:29

Vejam o custo humano dos assentamentos em Jerusalém.

http://www.jewishvoiceforpeace.org/blog/help-palestinian-stay-jerus...

 

Poderíamos ter uma lista de advogados judeus brasileiros assinando uma petição para a Embaixada de Israel no Brasil?

Comentário de Sérgio Storch em 27 dezembro 2010 às 7:47
Comentário de Sérgio Storch em 27 dezembro 2010 às 7:41

Oi Tomaz, que bom termos mais um companheiro

No Cabalat Shabat em fevereiro, vamos poder trocar ideias ao vivo sobre isso.

Enquanto isso, sugiro assinar a newsletter do Jewish Voice for Peace, do JStreet, e dos Amigos Brasileiros do Paz Agora.

 

Vamos nos falando.

 

Um abraço

Sérgio

Comentário de Tomaz Seincman em 27 dezembro 2010 às 2:16

opa.. acabei de descobrir esse grupo...

vou ficar ligado por aqui!

Comentário de Sérgio Storch em 12 novembro 2010 às 20:28
Faltou dar dicas de como acompanhar esses grupos. Farei isso num post já.
Comentário de Sérgio Storch em 12 novembro 2010 às 20:20
Olá Jaime
Obrigado pelo feedback positivo. Que bom que temos então mais um!
A questão é bem incômoda para a maior parte das pessoas da nossa comunidade, e eu fico mesmo impressionado com o fato de tão poucos manifestarem sua visão crítica.
Bem, Hazbará (Jaime de Israel, me ajude) é o nome que se tem dado à "conscientização" oficial para que judeus da Diáspora saibam defender as posições do Estado de Israel.
Quando eu me refiro a Hazbará, estou na verdade falando de uma outra, baseada sim no comprometimento com o respeito à integridade e legitimidade de Israel, mas também no reconhecimento de que nem tudo que Israel faz é justificável eticamente. Parto do princípio de que, diante das evidências de ocupação ilegal e tirânica dos territórios palestinos, judeus devem reconhecer o quanto equivocada é essa conduta e essa política, e dessa forma poderem ser ouvidos para fazerem a defesa da legitimidade de Israel. Caso contrário, ao defender de forma incondicional, o tiro sai pela culatra.
Foi bom você me cutucar, pois tenho um fato da semana para colocar, e farei um post sobre ele.

Bem, o que sugiro fazer é acompanhar os grupos que militam mundialmente por essa causa, e trazer para cá debates que nos mantenham ativos, para nos momentos certos nos expressarmos coletivamente de modo a influenciarmos a comunidade judaica, por um lado, e autoridades brasileiras, por outro. Acredito que uma diplomacia inteligente do Brasil no Oriente Médio (não aquela que deu tapinha nas costas do Ahmadinejad, e tapinha nas costas do Avigdor Liberman) possa ter um grande impacto. E judeus brasileiros podem influenciar nesse sentido.

Um abraço
Sérgio
Comentário de Jaime Leibovitch em 12 novembro 2010 às 19:57
Sérgio, meu caro, veja bem:
Um dia cliquei onde, supostamente, não queria, e me tornei membro do grupo "Processo de Paz Israelense-Palestino". Interpretei o assim chamado "engano", como um desses atos falhos sobejamente estudados no grande Freud e em outros que tais. E mantive a interpretação primeira. Se Cliquei, é porque quero, desejo, estar aqui.
Vez ou outra abro a página do nosso grupo - já somos 7 - e fico encabulado com o fato de que nada acontece, a não ser a sua exortação frequente, quase cotidiana, de que respondamos às suas questões, ao seu chamado de um trabalho conjunto, sempre pertinentes.
Acho que está mais do que na hora de trabalharmos juntos.
Confesso que não sei como. Confesso, também, que sequer sei o que é "hazbará" (por favor, não estou fazendo ironia! A falha é unicamente minha.).
Enfim, o que ( e como) precisamos fazer?
Ponho-me à disposição.
Um grande e afetuoso abraço,

Jaime.
Comentário de Sérgio Storch em 31 outubro 2010 às 14:05
O que vocês acham de fazermos hazbará para nossos jovens mostrando esse lado da história? Minha opinião: serão mais judeus e mais humanistas, e saberão se posicionar de forma altiva diante de acusações que demonizam Israel. Saberão mostrar que não se pode ser maniqueísta, e que há uma luta interna dentro do judaísmo em que um dos lados não abre mão dos princípios proféticos de justiça e paz.
 

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