JUDAISMO HUMANISTA

O Judaismo Humanista é a pratica da liberdade e dignidade humana

Blog de Moshe Pitchon -- março 2015 Arquivo (4)

Não ser considerado culpado não significa que não se é culpado

"Nenhum de nós", escreveu o psicólogo existencial Rollo May, " consegue evitar de alguma forma distorcer a realidade do seu próximo, e ninguém cumpre plenamente as suas próprias potencialidades."

 

Muito antes de as consequências dessa condição humana foram completamente esclarecidos, Israel tinha desenvolvido uma estratégia para lidar com as suas síndromes: o pecado, a culpa, a necessidade de confessar, punição e perdão.

 

Como desconcertante que seja para a…

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Adicionado por Moshe Pitchon em 20 março 2015 às 9:24 — Sem comentários

Sabedoria é a capacidade de saber o que fazer com o que sabemos

A primeira ação dos israelitas depois de que Moisés desceu do Monte Sinai foi a construção do “Mishkan”, o "Tabernáculo", o santuário portátil no deserto.

 

Sua construção foi colocada nas mãos de Bezalel e Aoliabe, cujas qualificações foram: ser

 

 "Enchido com o espírito de Deus, com sabedoria e com compreensão e com pleno conhecimento e toda habilidade."

 

Obviamente, a exigência para ser um artesão é ter conhecimento e habilidade em…

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Adicionado por Moshe Pitchon em 13 março 2015 às 12:19 — Sem comentários

Quem é responsável por Israel quando Israel é irresponsável?

Enquanto Moisés no Monte Sinai recebendo as tábuas contendo as "Dez Palavras", o povo de Israel no vale, demanda que Moisés e Deus, que os tirou do Egito ser substituídos.

 

Através da construção de um bezerro de ouro e se jogando em uma celebração frenética, Israel atesta a sua incapacidade de garantir seu próprio bem estar, não falar sobre o futuro de seu povo.

 

Face a esta situação

 

O Senhor disse a Moisés: " “ Vai, desce; porque o teu…

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Adicionado por Moshe Pitchon em 6 março 2015 às 14:11 — Sem comentários

É claro que ela era judia, mas que classe de judia era ela?

A história da elevação de uma garota judia para o harém de um rei persa que foi capaz de evitar o genocídio é o tema do livro de Ester, ou "a Meguilá", como é conhecido no judaísmo. O último livro a ser incluído na coleção de livros que constituem a literatura fundacional de Israel: TaNaKh tem oito ou nove páginas na maioria das traduções da Bíblia Inglês, e leva cerca de 20 minutos para ser lido.

 

Inquestionavelmente, Esther é um livro sexy, às vezes polêmico, às vezes…

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Adicionado por Moshe Pitchon em 1 março 2015 às 1:40 — Sem comentários

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